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22 de fevereiro de 2016

Quem TV, tem o direito de saber.

Esperançosos Tricolores,


A discussão em curso no futebol brasileiro, envolvendo a entrada do Grupo Turner nas transmissões do Campeonato Brasileiro a partir de 2019 em concorrência com o dueto Globo/Globosat e principalmente o posicionamento de alguns clubes em assinar com o conglomerado norte-americano (representado no Brasil pela emissora de TV paga Esporte Interativo), obriga-nos a indagar sobre a linha de condução da direção do Fluminense em relação ao tema.

Aparentemente imbuída de liderar ou ao menos estar na locomotiva de clubes que objetivam mudanças nas relações e direcionamentos do futebol brasileiro, estratégia claramente tipificada no apoio à criação e execução da Primeira Liga, nossa diretoria teria optado pela renovação com as Organizações Globo, ainda que tais rumores não estejam oficialmente confirmados. Evidentemente que sem saber os termos do negócio qualquer análise pode ser contestada, mas alguns pontos chamaram-nos a atenção, notadamente sob o aspecto financeiro.
Em nota oficial, o canal Esporte Interativo informou que apresentou uma proposta aos clubes que consistia em até nove vezes mais o arrecadado com TV fechada (a atual transmissão que ocorre através dos canais SporTV 1, 2 ou 3, não incluindo o PPV), no valor total de R$ 560 MI, divididos 50% igualmente, 25% em razão da classificação do torneio anterior e 25% em face da audiência proporcionada pela equipe (sem maiores detalhes sobre os mecanismos de medição). Ainda que não esteja explícito, tudo leva a crer que tal montante seria atingido no caso da concordância dos vinte clubes ou de todos, já que não se sabe ao certo como foi a precificação. Por conta da lei, apenas a concordância dos dois clubes permite a exibição de uma partida e para a transmissão de qualquer jogo obrigatoriamente ambas as equipes devem estar acordadas com a emissora.

A proposta da Globo consiste num valor completo de 1.1 Bilhão de Reais, incluindo-se também a tv aberta e o PPV. Não se sabe ao certo a relação entre o montante destinado à TV fechada e o valor global, mas segundo especulado tal repasse monta entre 11 e 14% do total. Para efeito de cálculo, admitamos que tal percentual atinja 20% (número talvez superestimado), o que daria R$ 220 MI a serem divididos entre todos os clubes, orçado 2.5 vezes menor do que a proposta da Turner. Evidentemente que a variável "dinheiro" não pode ser a  única a ser avaliada num acordo desse naipe, mas inegavelmente tem um peso bastante grande, principalmente quando falamos de um compromisso no mínimo trienal.

Com poucas informações consolidadas, cabe citar também o exposto pelo vice-presidente do São Paulo, Athaíde Gil Guerreiro, que abriu as duas propostas para apreciação no Conselho do clube paulista, conforme reproduzido abaixo. O proposto pelas Organizações Globo aparentemente apresenta algum avanço na questão de se evitar uma espanholização do campeonato, notadamente quanto à distribuição dos valores. De outro modo, preocupa bastante a inclusão de premissas que teoricamente não valem para outros clubes, já que as luvas no valor de R$ 60 MI seriam uma benesse ao SPFC.


Proposta da Globo:

- O contrato seria de 2019 a 2024 com luvas de 60 milhões. A emissora não reduziria os contratos atuais como os outros clubes assinaram;
- A partir de 2019 não daria maior quantia ao Corinthians e ao Flamengo. A distribuição do valor de 1 bilhão e 100 milhões da TV aberta e da TV fechada ficaria assim: 40 por cento dividido pelos 20 times igualmente , 30 por cento pela classificação no campeonato e os outros 30 por cento pela exposição na TV.

Proposta do Esporte Interativo

- O clube receberia 40 milhões de luvas e 560 milhões somente da TV fechada que seriam divididos da seguinte forma: 50 por cento divididos de maneira igualitária entre os clubes, 25 por cento pela classificação no campeonato e 25 por cento de exposição na TV de acordo com o Ibope. Além disso o Esporte Interativo indenizará o São Paulo se houver retaliação por parte da Globo.


Tirando por base que ambas as ofertas sejam verdadeiras, rapidamente concluímos que a proposta do grupo Turner mantém-se mais vantajosa (lembrando-se mais uma vez que trata apenas da TV fechada), caindo por terra a possível perda financeira em caso de retaliação do Grupo Globo, já que tal prejuízo seria suportado pelo concorrente. É evidente que falar em indenização sem mergulhar nos valores, condições e ponderações pode soar um pouco raso, mas é um fator bastante positivo em prol do Esporte Interativo.

Mas deixemos um pouco as discussões monetárias de lado e cheguemos ao que talvez seja o cerne da questão. Uma decisão do gênero deve levar em conta uma série de aspectos conforme já expusemos acima, exatamente para que se opte pelo que melhor trabalha a relação risco/retorno para o clube. E nesse sentido o silêncio da diretoria chega a ser constrangedor, numa surdina de dar inveja a qualquer cemitério.

A atitude do vice-presidente Athaíde é correta, já que uma decisão de tal gabarito deve obrigatoriamente ter cunho público, bem como todas as opções disponíveis. Não só os conselheiros do Fluminense, mas principalmente seus mais de 6 milhões de torcedores têm todo o direito de ter a ciências das nuances e de todos os valores envolvidos, já que hoje os direitos de transmissão são a parte mais significativa do orçamento de qualquer clube do G12 e podem muito bem gerar distorções irrecuperáveis, como infelizmente vivenciaremos no triênio 2016-18 em relação a Flamengo e Corinthians.

O grupo Esperança Tricolor solicita ao Presidente Peter que clarifique as opções do Fluminense e que venha a público desmentir rumores de que o clube já teria aceitado a proposta das Organizações Globo, sem nenhum debate interno ou contraponto. Ainda que existam questões sigilosas em várias situações, definitivamente este não é o caso. Todos nós temos o direito de saber.


Saudações Tricolores,
Esperança Tricolor

P.S.: Quanto ao último jogo, só iremos nos pronunciar sobre o futebol que o time vem jogando caso ocorram duas condições:
1 - A mudança considerável no estilo de jogo do time, caso o time passe a jogar um futebol muito melhor do que vem apresentando nos últimos seis meses;
2 - A mudança de TODO o departamento de futebol do clube.
Caso uma destas mudanças ocorram, voltaremos a falar sobre o futebol do clube.

9 de dezembro de 2015

Parceria?

Parceria.

Essa era a suposta união da dupla Fla x Flu após romperem com a Federação e sua trupe.

Parceria.

Essa era a suposta união, para formarem uma liga independente e organizada, que seria a salvação do futebol brasileiro.

A união realmente ficou nas palavras.  O que os dissidentes da Gávea querem é espanholizar o futebol brasileiro, receberem um fortuna enquanto os outros clubes (menos o Corinthians) que se virem para sobreviver.

A união para quando só interessa a grana. Aí, meus caros, a parceria foi por água abaixo.

O Presidente Eduardo Bandeira, deve achar que é o mais esperto, mas, na verdade, não passa de mais do mesmo. Não quer a melhoria do futebol brasileiro e sim que o clube dele tenha os recursos e domine junto com o Corinthians o país.

Entretanto, o pior é que dentro das Laranjeiras algumas pessoas acham que têm que ser assim.

Realmente não entendo parte da nossa torcida. Se incomoda com fatos pequenos e com as coisas sérias não consegue nem se indignar. Espero e torço para o presidente Peter não recuar. Que leve até o fim a divisão de cotas mais justa que seria o modelo inglês.

Que os demais clubes rejeitem essa proposta cretina e sem sentido.


André Horta
Sócio Proprietário e Membro do Esperança Tricolor

27 de novembro de 2015

Planejamento - Capítulo 2

Estimados Tricolores,


Dando sequência a divulgação do nosso planejamento para o período 2017-2019, hoje discutiremos o que pensamos com relação a ética que consideramos importante seguir no clube. Falaríamos também da organização que pretendemos propor mas para não ficar um texto extenso demais, faremos isso amanhã.

Porque resolvemos definir um código de ética? Porque esse é um tema que muito nos preocupa. Lendo o que definimos você perceberá que nada do que dizemos é novo ou surpresa. São regras sociais e de negócios que podem ser aplicadas em qualquer segmento e que nem deveriam ser escritas para ser aplicadas. Mas consideramos importante que as pessoas que venham trabalhar conosco no clube em uma eventual gestão em que estejamos envolvidos, entendam o que buscamos. Ninguém poderá dizer que foi enganado ou surpreendido em casos aonde apliquemos essas regras.

Hoje em dia o esporte de maneira geral está saindo do campo do amadorismo e entrando no campo da profissionalização. Se tornou um negócio de entretenimento e movimenta milhões. Obviamente aonde existe dinheiro existem tentações que devem ser diminuídas e implantar uma política de tolerância zero com relação aos desvios éticos é fundamental para quem preza pela correção. O Fluminense sempre foi reconhecido por sua excelência administrativa e respeito as normas e regras. E pretendemos reforçar isso ainda mais.

Um ponto importante é que a maneira em que pensamos a gestão do clube inclui uma regra básica: nós e nossos aliados somos responsáveis por tudo que aconteça durante a gestão. Não podemos tomar distância da gestão como se nosso grupo e aliados fossem entidades separadas da gestão. Nós faremos parte do conjunto e temos que ter a noção dessa responsabilidade.

Código de Ética proposto:

  1. Infrações ao código de ética do grupo serão analisadas pelo Conselho Diretor do mesmo e as punições poderão variar desde suspensão temporária das atividades até expulsão;
  2. Não se permitirá receber ou oferecer ou trocar favores com terceiros em detrimento ao Fluminense e as regras sociais e legais;
  3. Não se permitirá salvo as pessoas autorizadas, negociar, expressar opiniões, informar ou comunicar em nome ou representação do grupo;
  4. Nenhum membro do grupo de apoio poderá ganhar comissões ou presentes decorrentes de negociações para o clube;
  5. Nenhum membro do grupo está autorizado a ter dupla função que misture suas obrigações e responsabilidades com o clube e sua vida pessoal ou profissional;
  6. Todo profissional deverá passar pelo processo de contratação do RH e terá que seguir os processos estabelecidos pelo Estatuto do clube com relação a nomeações e responsabilidades, além da remuneração e prêmios associados a função exercida;
  7. Nenhum profissional do clube deverá receber comissões, participações ou qualquer benefício financeiro ou pessoal para contratação de fornecedores ou atletas ou de funcionários do clube;
  8. Não estão autorizadas as pessoas dedicadas exclusivamente ao clube a ocupação simultânea de outras atividades ligadas ao ambiente do clube, tais como representar outros clubes em quaisquer ramos, representar atletas, empresas ou entidades relacionadas ou que rivalizem com o clube;
  9. Somente as pessoas autorizadas ou com mandato dado pelo Estatuto do clube poderão expressar opiniões em redes sociais, mídias e imprensa em nome do grupo ou do clube;
  10. Os atletas e profissionais do clube terão seus salários e prêmios estabelecidos em comum acordo com seus representantes, o Diretor da área e Recursos Humanos de acordo com as políticas estabelecidas previamente e aprovadas pelo Conselho do Clube.

Percebam que tudo que está nesse código são normas correntes na sociedade principalmente considerando o momento que o país atravessa. Ser ético é uma obrigação e precisa estar no nosso DNA. E o Fluminense sempre foi assim e lutaremos para que em nossa gestão isso seja a realidade.

Para evitar mal entendidos, não estamos com isso dizendo que hoje em dia não seja assim, não estamos acusando ou nos referindo a nada ou a alguém em específico nem mesmo fazendo julgamentos ou ingerências. Apenas formalizamos as regras que seguiremos em uma eventual gestão.

Saudações tricolores!


Esperança Tricolor

26 de novembro de 2015

Planejamento - Capítulo 1

Estimados Tricolores,

Como prometido vamos começar a partir de hoje a apresentação do nosso planejamento lançado em 08/12/2014. Nosso objetivo ao lançar esse planejamento sempre foi motivar a discussão entre os tricolores e definir como preparar o Fluminense para os próximos anos, como construir o Fluminense para os desafios do século XXI.

Começamos pela importância de admitir que não temos resposta para tudo e nem somos os especialistas em todos os temas. Debater ajuda a crescer. Queremos melhorar e aprender sempre. A diferença entre planejar e ter sucesso é agir. Ter disciplina para implementar o que se planeja. O que normalmente falta nos clubes não são ideias mas sim tornar realidade o que se pensa. E isso requer algo simples: ação. E é esse o diferencial que propomos. Ser um grupo que age, que atua, que implementa o que promete. Esse é o nosso compromisso.

Na parte inicial falaremos da nossa Missão, Valores, Princípios e Compromissos.

Missão: Reconduzir o Fluminense ao seu lugar de destaque no cenário mundial, organizando o clube dentro de metas e orientações profissionais e éticas.

O que queremos dizer com isso? O Fluminense é uma potência mundial. Sempre foi. Mas hoje se comporta como um gigante adormecido. Deixou de ser o precursor e protagonista das ações e passou a ser o seguidor. O que copia os demais e obedece aos comandos. Reage sem ter sido o provocador da ação. Precisamos reconstruir esse nosso papel de protagonista maior do esporte brasileiro, sem esquecer nossa importância na sociedade.

Metas são importantes porque indicam se o seu plano está sendo bem executado e definem um norte, um ponto aonde chegar.

E profissionalismo e ética é algo cada vez mais exigido pela sociedade. Não existe mais espaço para os malandros, os que querem fazer da vida um balcão de negócios. É preciso respeitar as normas e leis, obedecer as regras de comportamento e ter uma postura decente diante de negócios e situações do cotidiano. Com isso não fazemos juízo de valor sobre ninguém e muito menos acusamos ou queremos levantar suspeitas. Apenas estamos afirmando como nosso grupo se comportará e o que exigiremos de nossos parceiros e apoiadores. Há uma linha tênue entre a ética e a permissividade. Nem sempre o que se interpreta como sendo  permitido, é ético. Há de se ter muito cuidado com isso.

Nossos valores são:

  • Respeito;
  • Profissionalismo;
  • Ética.

Sobre ética e profissionalismo já comentamos anteriormente. Falemos de respeito. O respeito é algo essencial nas relações. Não nos referimos ao malfadado “o respeito voltou” de vocês sabem quem. Mas sim de respeito de verdade. Respeitar os profissionais do clube, associados, torcedores, imprensa, grupos políticos de situação e oposição, federações, co-irmãos. Enfim, há de se respeitar todos os atores do nosso meio. E respeitar não significa abaixar a cabeça, mas sim agir com dignidade, sempre olho no olho, atuando com caráter e mantendo nossos compromissos e promessas. Acreditamos que a palavra vale mais que o papel escrito e assinado.

Nossos princípios:

  • Liderar a reconstrução do futebol brasileiro, trazendo de volta os craques e futebol arte que sempre nos caracterizou, com organização administrativa e seriedade;
  • Implementar o conceito walk the talk. Cumprir promessas e compromissos;
  • Respeitar a máxima: tudo pelo Fluminense, nada do Fluminense;
  • Relacionamento ético e profissional com todos os elementos ligados ao clube, incluindo sócios, funcionários, atletas, imprensa, fornecedores, parceiros, federações e demais clubes;
  • Atrair pessoas com altos valores éticos e morais competentes e dispostas a trabalhar pelo clube e seu sucesso;
  • Respeitar e resgatar as tradições e a história do clube;
  • Contratar profissionais por sua capacidade e valor agregado ao clube e não por laços pessoais ou interesses contrários aos princípios éticos.

E nossos compromissos:

  1. Auditoria completa para entender a real situação financeira, de infraestrutura, de processos e de recursos humanos do clube. Esclarecemos que não se trata de caça as bruxas mas sim entender o estado do clube e poder planejar as futuras ações;
  2. Resgate da boa administração símbolo da história tricolor, respeitando compromissos e atuando com claridade com todos os envolvidos;
  3. Auditoria externa anual para comprovar as boas práticas de gestão. Incluímos a auditoria externa sobre a nossa gestão, com a participação da Oposição a nosso grupo;
  4. Contratação de executivos reconhecidos no mercado para as Diretorias Financeira e de Marketing com salários compatíveis com a função exercida. Tal processo será conduzido de maneira transparente pelo RH do clube;
  5. Contratação de nomes reconhecidos e respeitados no mundo esportivo para as Diretorias de Futebol e Esportes Olímpicos;
  6. Resgate das tradições do Fluminense em Esportes Olímpicos começando pelos mais tradicionais como vôlei, basquete, natação, polo aquático, judô e handball. Incluindo projetos sociais com populações carentes e orfanatos;
  7. Recuperação da imagem do clube afetada pela campanha de vilanização associada aos rebaixamentos e viradas de mesa injustamente imputados ao clube;
  8. Investimento na recuperação de Laranjeiras, oferecendo aos sócios conforto e instalações dignas de um clube da importância do Fluminense;
  9. Orçamento individualizado por áreas com metas e obrigações claras para seus gestores;
  10. Profissionalização das divisões de base, respeitando atletas e familiares, através da contratação e/ou manutenção no clube de pessoas sérias e competentes que trabalhem dentro dos preceitos da ética e moral;
  11. Investimento em educação formal incluído no programa das divisões de base. Convênios com escolas e universidades para que o clube contribua na formação de cidadãos para a sociedade;
  12. Reforço dos planos de associação criando mecanismos de ampliação do mesmo e de aumento das receitas do clube através de programas de fidelização do torcedor;
  13. Construção de um Centro de Treinamentos para o Futebol Profissional, caso o atual ainda não esteja pronto;
  14. Criação de uma Comissão Técnica Permanente no Futebol Profissional;
  15. Implementação de uma nova metodologia de trabalho no futebol com um conceito uniforme desde a base;
  16. Implantação de um novo sistema de identificação de talentos para os esportes do clube, não só no futebol mas todos;
  17. Investimento na internacionalização do clube com objetivos claros e transparentes que visem valorizar a marca e trazer receitas novas;
  18. Criação de um plano de carreira para os funcionários do clube, além de revisão de salários e cargos;
  19. Liderar o futebol brasileiro na discussão da Lei Pelé, acordo com a TV, distribuição de receitas e programas de negociação de débitos;
  20. Valorização dos patrocinadores e revitalização da relação;
  21. Planejamento detalhado financeiro de como sobreviver as novas leis de mercado como por exemplo a proibição da FIFA a terceiros como donos de atletas;
  22. Revisão de contratos incluindo fornecedores de material esportivo, destinando verbas  a esportes olímpicos.
 Essa é a parte de hoje. Amanhã falaremos sobre nosso código de ética e a organização pensada.


Esperança Tricolor

25 de novembro de 2015

Muito prazer, somos o Esperança Tricolor!

Estimados Tricolores,


Desde que nosso grupo surgiu nos propomos a ser uma Oposição propositiva. Quem segue nossas redes sociais é testemunha de que fazemos as críticas mas sempre apresentamos soluções. Nossos textos estão todos aqui e no nosso blog como testemunhas.

Inclusive conforme pode ser constatado em textos antigos nossos, oferecemos ajuda a atual gestão cedendo parte de nossas ideias aos mesmos, por entender que o bem do Fluminense está acima de todos. Infelizmente fomos ignorados. Curiosamente algumas de nossas propostas até foram encampadas sem dar o devido crédito, o que faz parte do processo e nos orgulha (também temos posts no Facebook mostrando quais).

Quando lançamos nosso pré-candidato o ano passado, o fizemos numa reunião aberta, amplamente divulgada e na qual várias pessoas participaram. Nessa reunião, antes de falar em candidatura, apresentamos e esmiuçamos nosso planejamento. Para quem não nos conhece, esse plano foi lançado publicamente em 08/12/2014, exatamente para abrir as discussões e debates sobre o futuro do clube. Há quase um ano! Ou seja, não somos aventureiros que se lançaram sem saber o que fazer.

A partir de amanhã vamos publicar textos explicando cada um dos capítulos do nosso planejamento. Cobrimos todas as áreas de interesse para um clube gigante como o Fluminense:

- Missão e Valores;
- Código de Ética;
- Governança;
- Vice-presidência de Futebol;
- Vice-presidência de Marketing;
- Vice-presidência de Esportes Olímpicos;
- Vice-presidência Social;
- Vice-presidência Geral;
- Vice-presidência Administrativa e Financeira;
- Recursos Humanos;
- Relacionamento com Torcidas;
- Normas de campanha.

Começaremos apresentando nosso pré candidato e esclarecendo algumas inverdades que de tão repetidas podem virar realidade. Se lembrem que o nosso clube é vítima de muitas mentiras que de tão repetidas viram fatos. O mesmo acontece no caso do Horta e desmistificaremos isso.

Explicaremos também quem somos e o que pretendemos. Saibam que no nosso grupo há espaço para todos os tricolores de bem que valorizem o Fluminense e que tenham o clube acima de suas vaidades e interesses pessoais. Aproveitamos para convidar os tricolores a juntarem-se ao nosso grupo. Um grupo democrático e aberto.

Seguimos juntos. Lutaremos até o fim por um Flu melhor, vitorioso e organizado.


Esperança Tricolor.

23 de novembro de 2015

Os verdadeiros (ir)responsáveis.

Estimados Tricolores,


Ninguém pode nos acusar de tumultuar o ambiente. Decidimos esperar o jogo de ontem e o time se livrar do rebaixamento. Certamente agora começarão os factoides tentando convencer aos mais incautos a vibrar porque ao final de tudo não caímos. Dirão que num ano de reconstrução e dificuldades, terminamos sem feridas. O tal "ano positivo" do Mário Bittencourt. Será? Discordamos e muito.

Vivemos um momento de silêncio constrangedor. Vemos um gigante do futebol brasileiro adormecido. O vimos perdendo quase toda rodada. Um elenco fraquíssimo e desmotivado. Uma diretoria omissa. E a torcida quieta, talvez pensando que a ilusão do "gol sofrido não vai me abater" é a realidade de um clube vencedor e histórico. Derrotas fazem parte do esporte. Mas se resignar diante delas é para os fracos e pequenos. Amar a um clube não é se calar aos erros. Não é cantar sem parar somente. Também é cobrar, reclamar e criticar.

Vivemos uma época sombria num clube um dia democrático. Um clube que foi referência mundial. Hoje vivemos um ambiente de controle das massas, representadas por sua torcida. E os responsáveis por esse adormecimento não se resumem ao trio Peter, Mario e Simone, mais conhecidos pelo torcedor comum. Há um grupo de poder que atua nos bastidores e que é tão responsável quanto eles três.

Comecemos pela Flusócio. A Flusócio não é somente o grupo de apoio do presidente Peter. A Flusócio comanda o clube. A Flusócio é um grupo que surgiu com boas intenções. Seu plano era algo de primeiro mundo. Mas como sempre as pessoas estragam as ideias que elas mesmas têm quando deixam a vaidade e o ego falarem mais alto. A Flusócio foi quem inventou o Peter. E porque? Porque a conclusão de seus mentores políticos foi de que o tricolor quer como seu presidente alguém rico e bem sucedido. Alguém com uma carreira de sucesso que se mostre acima da mediocridade de nossas vidas normais. Daí surge o Peter, um herdeiro, advogado de sucesso e que fala bem. Certamente vocês já ouviram algumas pessoas dizerem isto em algum momento nas redes sociais.

Para ganhar a eleição a Flusócio resolveu se unir a outros grupos. Alianças são normais na política mas elas carregam um elo importante e que é algo que os líderes da Flusócio não conhecem: fidelidade. Para que uma aliança dê certo você precisa cumprir a sua parte. É o famoso "combinado não sai caro". E a Flusócio depois de eleita, por duas vezes, traiu alguns de seus apoiadores e não cumpriu com sua palavra. E porque? Porque alguns de seus líderes se julgam acima de todos, mais espertos, mais inteligentes e mais antenados com as necessidades do clube e se consideram águias das estratégias políticas.

Então o Peter não manda sozinho? Não. Quem participa influentemente do comando do clube na verdade é esse pequeno grupo que fica longe dos holofotes. São 5 pessoas do grupo de poder que não dão a cara a tapa. São nomes que você torcedor comum não conhece. Mas são eles quem decidem os destinos do clube que você ama, junto com o Peter e o Mário. São eles: Marcus Vinicius Ferreira Bittencourt e Thales Arcoverde, Presidente e Vice Presidente do Conselho Deliberativo, Pedro Abad, Presidente do Conselho Fiscal, Rogério Félix e Danilo Félix. Esses são os principais líderes do grupo de apoio e que são tão responsáveis pelo atual fracasso quanto o Peter e o Mário.

Eles estão presentes em cada ato tomado, quer seja por ação, quer seja por omissão. São responsáveis direta ou indiretamente pelas contratações do elenco, pelos gastos do clube, pelo desleixo com a sede social e o abandono do Esporte Olímpico, antes orgulho de qualquer tricolor de bem. Podem não estar diretamente envolvidos, mas validam as ações ou porque indicaram quem ocupa a pasta, ou porque aprovaram as nomeações, ou porque protegem e defendem todo ato feito por essas pessoas.

Eles, ao lado do Peter, Mario e Fernando Simone, são pessoas que não se lembram que comandam um clube super tradicional e mais que centenário. Acham um saco ir ao clube, falar com sócios, discutir com torcedores e dar satisfações aos conselheiros e pessoas que se preocupam com o FFC. Sugam as energias do clube, destróem uma paixão e depois, como se fossem homens que não honram as calças que vestem, exercem o perigoso jogo da omissão, da falsidade, o famoso "tirar da reta", culpando outros por seus fracassos.

Ao longo do ano tivemos vários culpados, nunca eles. E agora elegeram novos: Mario Bittencourt e Fernando Simone. Jogam sobre eles a culpa por tudo. Como se esses dois estivessem no cargo por obra do Divino Espírito Santo. Não estão. Estão lá porque eles, os cardeais do grupo de poder os colocaram. E porque os atacam? Será que brigaram? Não é traição atacar antigos aliados?

Você ficou com raiva do Muricy Ramalho quando ele disse que o Flu estava cheio de ratos? Será que ele se referia a ratos de verdade? Será que ele se referia a pessoas? A tipos que usam o Fluminense como plataforma para suas vaidades pessoais, para seus pensamentos políticos toscos e obsoletos, será? Pessoas que não estão preocupadas com o sucesso do clube. Pessoas nas quais você torcedor comum não deveria confiar para controlar seu clube. Será que era isso? Já parou pra pensar? Pois pense!

Se você pensa que a administração do Peter está sendo fantástica, nos desculpe. Você não sabe muito do que se passa no clube. Essa administração é melhor que a anterior, que foi um verdadeiro desastre, mas é ruim, muito ruim. Fora o excelente trabalho de Xerém, o resto é um fracasso total. Uma gestão que se especializou em factoides e em manipular o torcedor nas redes sociais com historinhas. E com isso influenciam seu pensamento.

Torcedor, desculpem-nos a agressividade, mas nos fazem de otários. Está na hora de dar um basta. Se não quiserem, não votem na gente. É seu direito democrático escolher em quem votar. Votem em qualquer um. Sem problemas. Mas não aprovem esse tipo de pessoas. Não deixem que eles fiquem mais 6 anos no poder. Será a destruição total e completa do nosso amor maior, o Fluminense FC.

Felizmente ainda existem pessoas no clube que guardam suas origens e que não colocam suas vaidades pessoais acima do Fluminense. Clamamos que essas pessoas nos ajudem a cobrar seriedade e clareza. Chegou a hora de exigir que se exponha aos conselheiros e sócios quem são os PJ's. Quanto ganham. O que fazem. Porque foram contratados. Que benefícios trouxeram ao clube. Nos ajudem a trazer a tona tudo que cerca os comissionamentos pagos e a pagar, os acordos com atletas e empresários, o novo contrato do Maracanã. Nos ajudem a salvar o Fluminense de dentro pra fora. Nos ajudem a proteger nossa história. Não permitam que um grupo de irresponsáveis nos destrua. Todos sabemos a tormenta que se acerca do clube no fim do ano. Todos sabemos, até as coxinhas do antigo Bar do Fidélis, o que virá. Não permitamos. Sejamos tricolores de verdade.

São 13 pontos em 51 possíveis no returno. 18 derrotas em 36 jogos. Um desempenho fraquíssimo. E o blog da Flusócio no seu novo estilo "comigo não tá". Fazendo textos atacando a gestão, atacando o futebol. Traíras. Irresponsáveis. Está com vocês sim. Consertem seus erros enquanto ainda há tempo. Sejam homens. Um homem decente assume seus erros e os corrige. Façam isso.

O Esperança Tricolor não vai desistir do Fluminense. Exigimos respeito a nossa história, a nossa torcida, aos sócios e atletas. Se a Flusócio, Peter, Mário, estão cansados do clube, saiam. Melhor ser digno e se afastar do que seguir com esse trabalho de destruição de uma lenda do futebol brasileiro. Nós vamos cobrar e muito. Contamos com todos os sócios, conselheiros e torcedores que assim como nós não vão cruzar os braços. Lutaremos até o fim!


Esperança Tricolor

13 de novembro de 2015

Alerta aos "Escouteiros"

Estimados Tricolores,


Em qualquer área, o sucesso de uma equipe é fruto de um ciclo. Uma equipe vive de fases: formação, amadurecimento, auge, decadência e renovação. E o Fluminense vem pecando justamente na renovação de elenco. Depois de viver grandes conquistas entre 2010 e 2012, o clube parou no tempo. Nos últimos três anos, o Flu não brigou por título algum e, para piorar, passou vexame seguidas vezes dentro e fora de campo, como nas derrotas vexatórias para América-RN, Chapecoense e Horizonte, no teatro promovido por Mario Bittencourt em 2013 e nas contratações de Drubscky e Ronaldinho Gaúcho.

Com 150 milhões de faturamento, a maioria dele proveniente do futebol, era de se esperar que o clube desse a devida importância ao seu principal propósito. Entretanto, o trio Mario Bittencourt/Peter Siemsen/Fernando Simone não entendem assim. O tão alardeado “scout” é formado por voluntários. Pessoas do bem, que se submetem a trabalhar gratuitamente pelo Fluminense, mas que não recebem os recursos necessários nem são preparados para a fundamental função que desempenham. Isto exposto, entende-se as fracassadas contratações para esta temporada e as anteriores. O Corinthians, provável campeão brasileiro, possui 18 funcionários dedicados unicamente ao setor, três deles exclusivamente para as categorias de base.

Entre 2013 e 2014, o Fluminense contratou Edson, Walter, Marcelinho das Arábias, Guilherme Mattis, Felipe Garcia, Chiquinho, Fabrício, Monzón, Rhayner, Henrique, Wellington Silva e Felipe. Destes, apenas Edson e Wellington Silva (este com alguma boa vontade) trouxeram retorno.

Em 2015, com a dupla imbatível Mario Bittencourt e Fernando Simone e a super equipe de scouters voluntários, as contratações se tornam ainda mais absurdas. Antonio Carlos, João Filipe, Magno Alves, Artur (Nova Iguaçu), Breno Lopes, Renato, Victor Oliveira, Guilherme Santos, Lucas Gomes, Marlone, Julio Cesar, Jonathan, Osvaldo, Ronaldinho Gaúcho e Wellington Paulista, além das trapalhadas com a renovação de Cristóvão Borges e as contratações de Ricardo Drubscky, Enderson Moreira e Eduardo Baptista para o cargo de treinador.

Estranhamente, quem recebe para defender o clube em ações contratuais é o departamento jurídico, do advogado Mario Bittencourt, o mesmo que realiza as contratações. Mas este conflito ético é seguidamente ignorado pela Flusócio, dona do Conselho do Fluminense e grupo político de Peter, Mario e Simone.

Com os rumores das contratações de Matheus Ferraz, o zagueiro de 30 anos que não sabe desarmar e que felizmente renovou com o Sport e Felipe Amorim, o meia que não serve para o Goiás mas serve para o Fluminense, decidimos tentar ajudar indicando nomes viáveis que podem realmente ser úteis, tendo em vista que nosso grupo sempre se pautou em não somente apontar o dedo para os problemas e sim apontar as soluções que julgamos correta para os mesmos.

Deixo claro que os jogadores citados são unicamente da série A do campeonato brasileiro e um departamento de futebol como o do Fluminense deve estar atento à todas as séries e também no mercado exterior.

Dentre o que foi apresentado ao longo do campeonato e excluindo-se os jogadores "impossíveis" , essas são as opções selecionadas por mim:

Goleiros:
Sem necessidade.

Lat Esquerdo:
Rene - Sport;
Gilson - Ponte preta;
Dener assunção - Chapecoense.

Lat Direito:
Rodinei - Ponte Preta;
Eduardo - Atlético Paranaense.

Volante:
Otávio - Atlético Paranaense;
Paulo Roberto - Figueirense.

Meia:
Nikao - Atlético Paranaense;
Camilo - Chapecoense;
Cardenas - Atlético MG.

Atacante:
Erik - Goiás;
Bruno Henrique - Goiás;
Clayton - Figueirense;
Rafael Marques - Palmeiras.

Sei que lista de jogadores é bem subjetiva e cada um tem seu gosto pessoal, mas acredito que dentre as opções e seguindo o critério adotado essas seriam boas escolhas para o elenco do Fluminense que necessita de uma reformulação BEM FEITA! Diferente do que ocorreu esse ano.

Saudações tricolores!


Marcelo Souto

Sócio contribuinte e membro do Esperança Tricolor.

10 de outubro de 2015

Inversão de Valores

Estimados Tricolores,


Vivemos um momento de questionamentos e de transformação em nossa sociedade. O avanço da tecnologia encurta distâncias e acelera fatos. Daí a sensação de que o dia passa muito rápido e de que não damos conta de tudo. E isso gera um acúmulo de informações que atropelam o pensamento. A pessoa nem mesmo consegue fechar uma conclusão sobre algo, já surge um novo assunto. Vivemos a sociedade do imediatismo.

E quando esse atropelo vem somado a paixão, a sentimentos, piora. A emoção nubla o racional e reagimos como animais que somos. Assim fazemos quando o tema em discussão é o Fluminense, nosso amor e maior paixão para alguns depois da família.

Vivemos um momento conturbado da nossa história. Um clube de tanto sucesso e que construiu o futebol brasileiro, foi tomado por um grupo que pratica a manipulação nas mídias sociais e que prega e aplica o isolamento, afastando quem pensa diferente e não se abrindo a novas ideias. São personalistas e arrogantes ao pensar que somente eles são do bem, entendem de Fluminense e querem o melhor pro clube. Aplicam o que há de mais vil na atual sociedade que é a manipulação das massas, deturpando fatos e construindo situações inexistentes mas que ao serem espalhadas por seus soldados na internet, tomam vulto de verdade. Soldados esses que são tão covardes ao ponto de não se identificarem. Não dão a cara a tapa. Não se expõem.

Já a dita Oposição, aparece. Seus líderes e pares externam claramente suas opiniões e gritam alto e publicamente quando necessário. Não brincam com algo que nos é tão caro: o Fluminense. Não manipulam, não fogem da luta. Não vestem a fantasia de cordeiro, quando por baixo são lobos. Não se fazem de bonzinhos para o público e vivem para o Fluminense sem pedir nada dele em troca dessa dedicação. O que o torcedor prefere? O falso que se esconde e diz o que você quer ouvir, manipulando seu pensamento e deformando sua visão? Ou o sincero, obviamente desde seu posicionamento, que reclama, critica e se expõe, mas tenta alertar para o que está errado? Preferem o elogio falso? A mentira?

Ontem vimos um excelente exemplo disso. A denúncia veiculada pelo jornal O Globo sobre a situação do Sr. Mário Bittencourt. Analisemos os fatos.

A maior indignação foi sobre o momento, considerado inoportuno diante da ameaça cada vez maior, e ignorada por muitos que não deveriam, de rebaixamento, aliada a classificação as semifinais da Copa do Brasil que pode salvar um ano pífio.

A situação no seu afã de manipular o torcedor se aferra ao discurso de que esse é um ano de reconstrução e por isso a dificuldade e os péssimos resultados. Omitem do torcedor o grande fluxo de receitas e o péssimo aproveitamento do mesmo, aplicado em ações entre amigos com a contratação de pessoas de acordo com a afinidade com o grupo de poder num quebra cabeça político de corar o Congresso Nacional.

Além disso, escondem que aplicaram esses recursos na contratação de jogadores ruins, usando critérios técnicos questionáveis (lembrem-se da declaração do Mario de que o Magno era seu ídolo de infância como se isso justificasse algo). E jogador ruim traz prejuízo. Você gasta mal o seu orçamento ao não ter benefício técnico. Hoje temos milhares de reais desperdiçados em jogadores afastados por razões geradas pela falta de comando reinante, aonde o chefe acha que deve ser amigo íntimo dos empregados, numa situação de intimidade e idolatria que destrói a capacidade de gestão e disciplinamento do grupo, resultando em brigas, discórdias e formação de um grupo dominante que dita as regras por critérios não técnicos.

Então o momento era ruim? Talvez sim. Mas será que os jogadores deixarão de produzir em campo por causa da matéria do Globo? Se sim, vivemos um momento realmente único no qual o Fluminense não importa para os jogadores mas sim o Mario Bittencourt e o cenário político. Ou seja, jogadores que ganham fortunas, além de perderem a motivação como fizeram esse ano por temas como falta de bicho, também deixarão de jogar porque seu VP foi denunciado. Será mesmo? Então jogam por quem? Pelo torcedor? Pelo clube? Ou por seu amigo que os agrada com o que o clube lhe permite oferecer? Desculpem mas total inversão de valores. Conquiste o respeito dos jogadores porque os respeita e não porque os trata como amigos. A relação pode ser fraternal mas exige liderança e respeito ao clube, aos seus poderes e a sua torcida.

A crítica deve se basear na legalidade  e na ética do acordo denunciado. Pode ser legal juridicamente mas será correto? O clube tem um estatuto. Claro e inquestionável. E que não permite a remuneração de VPs. É correto? No nosso entendimento não. Mas é a regra. Quem assume o cargo sabe que é assim. E isso que deve ser discutido. Ah mas ele não ganha como VP, dirão. Verdade. Mas acumular cargos é correto? Pode ser legal mas é ético?

Acreditamos que o escritório defenda o clube. Ótimo. Mas como foi contratado? Houve concorrência? Estamos seguros de que é a melhor opção? Porque esse e não outro? Há conflito de interesses? Foi aprovado e discutido com os conselheiros ou foi simplesmente tal qual se fez no orçamento de 2015, discutido dentro do grupo de poder?

A moda agora é dizer que tudo é político, que tudo é culpa da oposição. Manipulação do torcedor. Como se a situação não estivesse em campanha, vide a contratação do Ronaldo, totalmente eleitoreira e feita para jogar holofotes no candidato do poder, o VP de futebol, e vide também as declarações em redes sociais dadas pelo grupo, claramente sugestionadas e não espontâneas.

Sem citar o teatral abraço ao Wellington Paulista, vídeos de bastidores com lágrimas forçadas e alegria artística, temperados por entoação isolada de música de torcida após a vitória sobre o poderoso Madureira, com um constrangido jogador tentando apoiar, numa clara construção de uma personagem, de um líder do povo que não existe. E tudo começou, a campanha eleitoral, a construção desse líder forçado, com a teatralização excessiva do julgamento de 2013, totalmente desnecessária por ser causa ganha, destruindo a imagem do clube e expondo a ataques e constrangimentos o torcedor comum.

Nosso grupo seguirá a linha de sempre. Não precisamos dizer aos quatro ventos que somos de arquibancada e que vemos os jogos com nossas famílias. Somos torcedores presentes e seguiremos sendo. Seguiremos torcendo pelo sucesso do clube. Seguiremos lutando por isso. Mas não nos calaremos e não descansaremos enquanto esse mal que assola e assombra nosso Fluminense, seguir no poder. Queremos um Flu forte, vencedor, organizado e democrático. Tudo que não é hoje. Abra o olho torcedor. Não compre gato por lebre.


Grupo Esperança Tricolor

20 de setembro de 2015

Queremos nota oficial

Aguardamos a nota oficial do clube contra a acusação da Flusócio de que há corpo mole no elenco. Se não houver nota oficial, significa que é verdade. Então esperamos o afastamento dos jogadores envolvidos seguido da demissão dos gestores do futebol por falta de liderança, desrespeito a Instituição e incompetência.


Esperança Tricolor

17 de setembro de 2015

Transfusão de sangue

Ah, meu Fluminense...

A reunião se deu na noite de 31 de março de 2015. A pauta era a aprovação do orçamento 2015, algo que numa instituição gerida de forma séria deveria ser assunto encerrado a pelo 3 meses e algumas semanas.

O conselho parecia feito de cartas marcadas e diante de si havia um picadeiro. Horas a fio foram tomadas com discursos inócuos e quando o verdadeiro debate chegou a palavra foi negada aos conselheiros oposicionistas que a pediram em nome da celeridade e do alto da hora, por um presidente de conselho arquetípico do grupo político que representa.

O pedido era que o conselho aprovasse um orçamento deficitário em aproximadamente 40 milhões de reais. Ou seja, passasse um cheque onde se diz, podemos gastar 40 milhões a mais do que temos de receitas previstas no exercício. O argumento era que ali não se contabilizava as receitas extraordinárias, leia-se venda de jogadores, Leia melhor ainda: Kennedy, hoje no Chelsea, e Gerson, a caminho do Roma. Fechou a conta senhores?

Pois há muito mais no amplo universo do clube do que a parte administrativa de suas contas. Não, a venda de Gerson e Kennedy não foram suficientes para tapar o rombo. O pouco retorno técnico de ambos ao longo do ano não se confirmou tampouco em diferença capaz de atenuar a situação vigente. Então deixemos os rapazes de lado para dar atenção ao que merece. Quem promoveu a contratação de 3 técnicos e os demitiu? Quem optou e decidiu por uma pré-temporada em Orlando? E a equipe de scout que alegam ter acertado 50% das contratações? Qual 50%?

O que fazem com nosso clube hoje é um acinte da pior espécie. Aprendi com as pessoas mais experientes que lá estão que não faltam recursos. A dívida é sim muito grande, mas todo ano continua havendo um grande fluxo de capital. O problema não é falta de dinheiro. O problema é a ingerência. A abissal estupidez. O servir-se do clube para propósitos escusos. Pois ao contratar 3 técnicos e demitir 3 técnicos - chegaremos ao quarto - admite-se no mínimo que se errou 3 vezes. Sem contar o que não posso provar e não estou sendo leviano em afirmar: num universo de dezenas de contratos de alto valor sendo pagos todos os meses, quantos acordos verbais que possivelmente lesam o clube não acontecem o tempo todo? Olhem os jornais, para fora do Facebook há uma vida real.

Voltemos a reunião do conselho do dia 31 de março de 2015. Naquela noite desfilava o senhor vice presidente remunerado (atividade que fere o estatuto do clube) Mario Bittencourt com seu par de sapatos de cromo alemão e o nosso aclamado e omisso presidente Peter Siemsen pelo Salão Nobre com seus ares de que nada de excepcional estava acontecendo, o primeiro caminhava como se fosse o dono do clube, e o segundo a rainha da Inglaterra, com sorrisos e tapinhas nas costas em conversas travadas com pessoas que sabidamente não se gostavam. Eu observava e refletia "Nossa, como eu amo esse Salão, mas que ambiente sinistro." - enquanto isso, ao lado esquerdo de quem chegava no salão, sentava-se uma turba de conselheiros que pareciam os eleitores da Dilma que abanavam bandeirinhas ou estariam ali por um sanduíche de mortadela. Afirmo porque percebia que obedientes e cativos seguiam as orientações cativas do animador de palco que andava por ali. Mas eu imaginava na sempre inabalável fé pelo melhor, no amor ao clube, a votação não vai passar, mas graças a essa mesma massa de manobra do conselho, na hora da votação, passou.

Hoje temos no orçamento um cabide de PJs sem fim. Isso significa MILHÕES de reais que saem legalmente do clube.

Enquanto isso o senhor Mario Bittencourt não responde as acusações feitas publicamente por Elias Duba de que é agente de jogador, e se imiscui em abraços com atletas que são de um falta de conduta tão exemplar do que não deve ser feito, que me pergunto se ainda faltam motivos para execrar sua função do cargo? Não faltam, mas sobram, pois há ainda muito mais. Os holofotes da imprensa são muito queridos ao senhor Mario Bittencourt, e ele versa com desenvoltura sobre os assuntos do clube, afinal se farta do clube e a ele nada retorna senão resultados que aí estão para todos observarem.

Cabe ainda ressaltar aos que defendem o indefensável: é um péssimo advogado. Eu não tenho nada pessoal contra o senhor Mario Bittencourt ou o senhor Peter Siemsen, apenas amo muito meu clube, e vejo há anos o quão destrutivos essas duas figuras e seu séquito FLUSÓCIO são a uma instituição centenária. Digo sem medo de errar que o senhor advogado Mario Bittencourt é fraco pois usou o Lusagate para se promover e atrair para si os holofotes da imprensa, choveu no molhado, fazendo o Fluminense conseguir o que conseguiria de qualquer maneira, mas reverberando tanta atenção através de sua vaidade e verborragia que promoveu ainda mais a antipatia da imprensa e opinião pública contra o clube.

E pra terminar, perguntar não ofende, podemos ver todos os contratos do clube? Cadê a auditoria, promessa de campanha da primeira gestão Siemsen?

Nem todo mundo esquece...

Agora estamos tentando salvar o ano? Como assim? Salvar o ano pra mim é conquistar pelo menos um título. Vamos chegar na final da CB que talvez possamos salvar o ano. Lutar para não cair, e enfrentar essa sequência negativa que estamos atravessando não é salvar o ano. É reflexo de um desastre em todas as esferas, que começam em cascata desde a cadeira do presidente. Senhor presidente, o senhor é a tradução inequívoca do vocábulo OMISSÃO. Eu também acho golf um esporte muito legal. Mas é um dos poucos que não temos ou nunca tivemos no nosso clube. É possível que o senhor fosse mais feliz jogando golf sem ter que ser cobrado a essas responsabilidades chatas de um clube que insiste em ser tão amado. Mas caso o senhor opte por não pedir o boné e ir jogar golf eu me prontifico a fazer uma doação de sangue para o senhor, por amor ao clube. Meu tipo é A positivo, acho que dos mais comuns, talvez não tão azul como o do senhor, mas TRICOLOR. Talvez assim o senhor possa ter a firmeza que se espera de um presidente e aprenda a dizer NÃO com sangue nos olhos, diretamente na cara de quem achincalha nosso clube. E não de longe, ou por recado, ou pelo silêncio como forma de resposta. Mas eu entendo que isso tudo pode ser muito difícil para o senhor. Aqueles gramados verdes continuarão lá.... não os de balizas com redes onde jogava um clube tantas vezes campeão, para o senhor os gramados de buracos numerados.


Olympio Dumont
Socio proprietario e membro do Esperança Tricolor

Que Mário?

Esperançosos Tricolores,


Após mais uma catastrófica exibição, conseguindo a proeza de levar quatro gols em vinte e três minutos, o Presidente Peter Siemsen decidiu-se pela demissão do treinador Enderson Moreira, num ato que aparentemente não contou com a aprovação integral da cúpula de futebol do clube. Cabe dizer que sabidamente Siemsen queria a saída do comandante após o Fla-Flu, descontente com a estapafúrdia escalação naquela ocasião, numa ação punitiva em face de excessos cometidos após a derrota para o Corinthians em São Paulo.

Enderson Moreira teve sua permanência bancada por Mário Bittencourt. Presidente honorário e vice-presidente com honorários, nosso Pequeno Príncipe talvez se sentisse responsável por ter cativado o agora ex-treinador. Extremamente midiático e com um decantado sonho de se tornar presidente de fato, Mário se perde no meio de tanta ambição. Como bem disse o grande tricolor Diego Wanderley, Bittencourt fez do Lusagate um circo, (re)alçando o Fluminense ao posto de clube mais odiado do país, num julgamento em que as punições a Flamengo e Portuguesa eram favas contadas. Além disso, ao defender o discutível mecanismo de scouts do clube, chegou ao cúmulo de apontar 50% de acerto, mostrando claramente que não entende de futebol ou não entende de matemática, jamais se desprezando é claro a possibilidade de ambas as questões caminharem conjuntamente.

Talvez pela pouca experiência, Bittencourt confunde sua função. O abraço em Wellington Paulista foi algo extremamente bizarro, compatível com a briga nonsense versus dirigentes do Madureira, ainda que acusações pesadas contra a sua pessoa tenham ficado sem resposta. E sobre os episódios mais recentes, chamou a atenção a opção por um vôo diferente dos atletas ao voltar de Recife, talvez por uma questão de milhagem ou algo similar.

Nosso Presidente de direito é extremamente lento em tomar decisões, agindo sempre de modo claudicante. Mas é importante Peter Siemsen ter a ciência que trocar o treinador terá um efeito extremamente limitado caso continue subordinado aos desmandos de Mário Bittencourt. O grupo Esperança Tricolor apoia imediata mudança na vice-presidência de futebol, lembrando que necessitamos de quatro vitórias em doze jogos, algo factível indiscutivelmente, mas de forma alguma garantido. O Pequeno Príncipe verdadeiro conheceu vários mundos e sempre primou pela humildade e consciência, algo diametralmente oposto a autossuficiência e soberba da versão tricolor.

Saudações Tricolores sempre, NÓS NÃO VAMOS DESISTIR DO FLUMINENSE!!


Grupo Esperança Tricolor


14 de setembro de 2015

Oposição propositiva

Estimados Tricolores,


Todos sabem que o nosso grupo desde que se lançou sempre buscou ser propositivo e nunca fazer a crítica pela crítica. Quando anunciamos a formação do Esperança, apresentamos um planejamento claro e público com ideias de como oxigenar o clube e temos nos dedicado desde então a debater essas ideias em diferentes instâncias com todos os que sonham como nós em ter um Fluminense cada vez mais forte.

Desde o início do ano criticamos o elenco montado. Mas obviamente que como tricolores que somos celebramos o bom momento no brasileiro e apoiamos o time. Só que a situação mudou drasticamente. E em nossa opinião por incompetência e responsabilidade do departamento de futebol. E infelizmente um dos prováveis candidatos a presidente o ano que vem, assumiu o cargo de VP de Futebol e nesse caso a crítica a qualquer de suas ações ou omissões, sempre vai parecer ter cunho político quando na verdade o objetivo é criticar a atuação no cargo. Mas estamos conscientes da interpretação que nossas críticas podem receber.

Porém nesse momento nenhuma eleição, nenhum interesse pessoal está acima do bem maior: o fortalecimento do Fluminense. Ontem fizemos um texto apontando os erros que identificamos esse ano e demos sugestão de trocar o VP e o Diretor de Futebol. Mudar treinador é na nossa visão apenas um paliativo e não a solução da verdadeira causa: a inaptidão no comando do futebol.

No entanto, discutindo o tema durante o dia e pensando em como ajudar a resolver a situação, nosso grupo decidiu se juntar a excelente iniciativa lançada pelo Observatório Tricolor e se oferecer desarmado de qualquer outra pretensão que não seja ajudar o Fluminense, a colaborar com aqueles que por hora tem o poder para decidir os rumos do clube. Temos muitas ideias e estamos conscientes de que o momento é grave e sério e pede união de todas as forças do clube.

Para isso obviamente será necessário que o Peter e os poderes constituídos do clube sejam receptivos e se abram também desarmados para essa união. O Fluminense está acima de todos.

Então Presidente Peter, conte conosco desde já. Sabem como nos contactar e queremos fazer parte de uma frente única e unida pelo bem do Fluminense.

Que não se repita 2013!


Esperança Tricolor

7 de setembro de 2015

Chega de omissão!

Estimados Tricolores,


A entrevista do VP de Futebol, Advogado e pelo que parece Presidente de fato e não de direito do Fluminense, Mario Bittencourt, se por um lado foi correta ao não externar os vários problemas internos que nos fizeram perder o jogo e que anunciam um futuro tenebroso e preocupante, por outro mostrou seu total despreparo para a posição com uso de palavrões e declarações mais corretas na boca de um torcedor, e não de um advogado que ocupa a principal Vice Presidência de um clube gigante como o Fluminense. E aliás, esse é o maior problema de sua gestão: seu comportamento imaturo, de torcedor e querendo ser amigo dos jogadores, ao invés de liderar pelo respeito e postura firme e correta.

Claro que houve fatores internos que nos levaram ao que vimos, bastando para isso ter discernimento, uma característica que sobra na nossa torcida. Edson e Vinicius postaram desabafos em suas redes sociais. Isso é fato. E só um inocente acredita nesse papinho de virose do Ronaldo. Foi barrado, corretamente diga-se, e se negou a jogar.

Dito isso, seguimos na mesma linha: o clube está desgovernado. Se continuar desse jeito vamos mais uma vez lutar para não cair. Ou o Presidente Peter assume seu papel e coloca o departamento de futebol para trabalhar de maneira correta, ou estamos perdidos. Um departamento liderado por um advogado que consegue em um curto período de tempo:

- Renovar o contrato do Cristovão para demitir em poucos meses;
- Contratar Drubscky como o novo gênio da lâmpada para demitir em dias;
- Trazer um treinador sem tato como o Enderson, que consegue ser uma mescla nos erros dos dois antecessores demitidos;
- Investir mais de 3,6 milhões na montagem de um elenco mambembe e desequilibrado, lotado de jogadores fracos, com péssimo histórico médico e ultrapassados;
- Perder o controle completamente sobre o grupo a ponto de jogadores pedirem escalações, barrações e de, segundo se especula, o jogador e funcionário Fred ter que mais uma vez chamar a atenção do grupo para que tenha foco e se una.

O fracasso do futebol tem nome e sobrenome: Mario Bittencourt. Se tivesse trabalhado por amor ao clube nas causas ganhas, até agradeceríamos por seus serviços jurídicos prestados, mas como foi contratado ao longo dos últimos anos e muito bem remunerado, então não fez mais do que a sua obrigação.

Portanto, a solução é simples, Presidente Peter. Demita o VP de Futebol. Regresse o Fernando Simone a Xerém. Contrate um nome de peso para gerir o futebol. Existem vários tricolores ilustres e gabaritados para o cargo com muito mais experiência e conhecimento que o Mario. Arrume a casa enquanto dá tempo. Não deixe seu mandato como um dos presidentes mais omissos de nossa história. Esperamos que 2013 tenha servido para ensinar algo.


Esperança Tricolor

6 de setembro de 2015

Cego perdido em um tiroteio.

Estimados Tricolores,

Acaba de terminar uma reunião do Departamento de Futebol. Dizem que o presidente Peter Siemsen teria questionado a escalação de hoje. Surreal!

Desde sexta feira as redes sociais e os corredores das Laranjeiras falam de problemas internos, saída de jogadores para noitada tanto na véspera do jogo com o Galo quanto após o jogo com o Corinthians. E tudo isso resultou em reunião pesada na sexta feira.
 
E o presidente pergunta o que aconteceu????? Aonde você estava Peter?????? Você precisa ser digno do cargo que ostenta e respeitar o clube, a torcida e os sócios que o elegeram.

Tenha pulso, tenha liderança e pare de "delargar" nas mãos do Mario Bittencourt. Seja duro Peter! O momento pede isso por mais difícil que seja para você liderar e ter pulso firme.

E a decisão de bancar o Enderson está errada. Ele perdeu o grupo e esse grupo já mostrou que quem briga com eles, arruma problemas. Aliás, vale lembrar que jogador é funcionário do clube. Se imponha Peter! Lembra quando você falou grosso naquela reunião onde ocorreu a apresentação do CT, onde você foi questionado sobre a situação da Fluboutique, Peter? Então este é o momento de repetir a atitude! Fale grosso com todos, do VP de futebol aos jogadores!

Esperança Tricolor

Incompetência!

Torcida tricolor,

São 8 derrotas em 10 jogos. Esse é o nosso Fluminense do momento.  Os erros de montagem do elenco, os erros de substituição e escalação e os erros da diretoria que não sabe administrar problemas nos colocaram nessa situação lamentável.

Fred queria jogar e não deixaram, jogadores foram para noitada, treinador não soube cobrar e diretoria não soube lidar com a situação. Foi preciso voltar com a concentração após erros de conduta.

Se não fosse pouco, nosso treinador sem tino, categoria e qualidade para exercer a função, gritou, puniu e desqualificou a equipe para o Fla-Flu. A ponto de dizerem que o Vinicius pediu pra ser negociado e o Edson desabafar ontem em redes sociais.

O time que foi a campo, foi pessimamente escalado. Jogou mal, levou passeio e até prejudicado pela arbitragem foi. O que não livra a cara da gestão do clube que é péssima. Principalmente o VP remunerado de futebol que gosta de abraçar jogador na arquibancada,  comemorar aniversário com jogador e por aí vai.  Esse é o principal culpado pela sequência de resultados negativos. Não soube montar equipe e nem contratar treinador. É uma pessoa que gosta de aparecer, não entende nada de futebol e não tem a personalidade que o clube precisa nesse momento de crise.

Que renuncie aos cargos de futebol e remunerados e que leve consigo o treinador que não tem nível de Fluminense.

A situação é séria, o time ainda pode ser rebaixado e ou reage agora ou podemos ter a repetição de 2013!

O Grupo Esperança, ao contrário de outros poderes do clube, não está preocupado com a eleição. O Fluminense e seu bem está acima de tudo e todos. Esperamos uma atitude enérgica do presidente Peter Siemsen. Ele tem a obrigação de liderar e resolver todo esse descontrole absoluto do Departamento de Futebol. Afaste as vedetes. Afaste quem está destruindo o futebol.

Vamos cobrar isso!

Esperança Tricolor

24 de agosto de 2015

Até quando?

Caríssimos tricolores


Estamos ouvindo há algum tempo vários discursos. "Fomos abandonados pelo nosso antigo patrocinador, portanto este será um ano diferente"; "Associe-se ao Fluminense. Esta é a melhor maneira de ajudar o clube"; "As contratações para este ano foram feitas baseadas em estudos feitos pela equipe de scouts do clube"; "Estamos vivendo um momento especial. Tenham paciência com as nossas apostas"; Entre outros.

Mas sabe o que eu, Alexandre, que me associei ao clube com um plano de Sócio-Futebol em 2013, vejo? Incompetência! Sendo que esta sempre vem sendo mascarada ou disfarçada com os discursos citados no parágrafo anterior. Isso quando não vejo proeminentes dirigentes do clube subvertendo a matemática na tentativa de fazer torcedor de trouxa. Mas vamos agora destrinchar onde está a incompetência que eu vejo em cada um dos discursos usados.


- "Fomos abandonados pelo antigo patrocinador, portanto este será um ano diferente"

Sim, fomos abandonados pelo antigo patrocinador e por isto este seria um ano diferente. Agora vem o ponto de divergência. Eu vi muitas das pessoas que fazem parte do grupo de apoio à gestão do clube reclamar do antigo patrocinador, que o Fluminense estaria em uma situação muito melhor caso o clube se livrasse da influência do antigo Mecenas. Não que o referido não cometesse seus erros, e sim, ele os cometia, erros dos quais eu mesmo critico. O discurso do grupo político se realizou. E havia um plano B preparado para esta situação ocorrer? Não. Porém o clube teve a sorte de poder contar com um novo Salvador da Pátria, que conseguiu um patrocinador rapidamente e que até está bancando o sonho do CT tricolor. Pra quem estiver disposto a fazer um exercício de análise, dá pra traçarmos um interessante paralelo com o ano de 1999, onde o que diferencia o Salvador da Pátria atual do daquele ano é a diferença de ações (enquanto o antigo pensava só em montar grandes times de futebol, este pensa na estrutura do clube). Mas até quando o atual Salvador da Pátria será visto com bons olhos para a administração do clube (sendo que o mesmo já teve seus problemas com o grupo político de apoio da gestão no passado)?

- "As contratações para este ano foram feitas baseadas em estudos feitos pela equipe de scouts do clube"

Tendo em vista o contexto do clube à época, com pouco dinheiro, que não possuía a certeza da continuidade do antigo patrocinador, e levando em consideração também que o Novo Salvador da Pátria possui modus operandi diferente do anterior, é compreensível e aceitável a justificativa do uso da equipe de scouts para conseguir jovens reforços de forma gratuita. Porém, do pacote de reforços do início do ano (composto por Marlone, Vinícius, Lucas Gomes, Guilherme Santos, Victor Oliveira, Giovanni e João Filipe) somente um destes rendeu bem pelo Fluminense, caso de Vinícius. Muitos vão reclamar sobre Giovanni, mas este aí só ficou mesmo por conta da falta de outro jogador e não por sua capacidade técnica. Alguns destes já foram dispensados pelo clube, como os casos de Marlone e Guilherme Santos. E os outros, excetuando Vinícius, apresentam deficiências técnicas tão impressionantes que é impossível você pensar em competência da referida equipe de scouts. E enquanto os jogadores de scout vinham chegando, jovens valores da base que hoje em dia se mostram muito mais úteis que a maioria das apostas feitas eram emprestados ou convencidos a procurarem outros clubes.

- "Estamos vivendo um momento especial. Tenham paciência com as nossas apostas"

Como ter paciência em apostas que apresentam deficiências técnicas tão gritantes assim, como nos casos de Lucas Gomes, Victor Oliveira, Guilherme Santos (que graças aos deuses do futebol já foi negociado), Giovanni e João Filipe? E o que mais impressiona é que mesmo mostrando tantas deficiências técnicas estes jogadores vão tendo chances no elenco. E em muitos casos o Fluminense perdeu jogos por conta destas deficiências técnicas, sendo o caso mais emblemático a partida de ontem contra o Joinville. E a pergunta que fica é: Por quê jogadores tão fracos assim continuam tendo tantas chances quando alguns jogadores vindos da base que se mostram muito mais produtivos que estes apenas ganham chances por serem as últimas opções ou só pra jogar improvisados em posições que não são as suas?

- "Associe-se ao Fluminense. Esta é a melhor maneira de ajudar o clube"

Esta é a maior das falácias que vejo circulando pelas redes sociais atualmente. A princípio você pode pensar que se associar ao Fluminense é a melhor maneira de ajudar o clube que você tanto ama. Mas tendo em vista o que vem acontecendo no clube, você só consegue ajudar mesmo o Fluminense de uma única forma: Sendo Sócio-Contribuinte do clube (ou proprietário, condição que de acordo com o Estatuto do Clube só é possível em condições especiais). Você, meu caro amigo Sócio-Futebol como eu, está atualmente ajudando a manter não o seu clube de coração, mas a empresa a qual o clube terceirizou a administração destes planos alegando incompetência na gestão dos planos, ou ao Consórcio Maracanã, que agora também recebe uma parte do dinheiro que seria destinado ao clube com o ~novo e melhorado~ acordo feito entre Clube e Consórcio. E sim, me sinto feito de idiota pelo Clube, pois a propaganda criada na época era a de que eu ajudaria O Clube, situação que hoje em dia não mais ocorre. Alguém pode vir e dizer "se é assim, pare com o seu mimimi e torne-se Sócio-Contribuinte, oras", mas não é assim tão simples. Se eu pudesse mesmo, já o teria feito. Porém infelizmente a melhor ajuda que posso fazer é me manter Sócio-Futebol (situação que muitas pessoas podem compartilhar também), mesmo sabendo que não estou ajudando ao meu Clube e sim a terceiros.


E além destes citados, temos outros focos de incompetência. Vemos um presidente que descarta a contratação de um preparador físico da capacidade do Paulo Paixão por este ser "muito caro"; Vemos o clube participar de um torneio no exterior no início do ano, no mesmo período onde deveria começar a preparação física e técnica para o restante do ano, sendo que um dos destaques que o clube leva para este torneio é um jogador de futebol morbidamente obeso, se levarmos em consideração o padrão físico necessário para o desempenho da atividade; Vemos um time que possui uma preparação física fraca, fazendo com que os jogadores já estejam cansados com pouco tempo de disputa ao voltarem para o segundo tempo das partidas; Vemos um presidente que resolve brigar com a Federação DURANTE o torneio organizado por ela (concordo que o Clube estava brigando pelos seus direitos e acho correto brigar pelos seus direitos. Mas brigar durante a disputa do certame é assinar um recibo que diz "autorizo-os a prejudicarem meu clube da forma que quiserem no seu torneio", ainda mais quando sabemos que a Federação é conduzida por um tipo de máfia); Vemos um clube que libera jogadores que voltam de lesão ou que estão voltando a jogar pelo clube depois de passarem bastante tempo sem jogar não obedecendo um critério sensato (como nos casos de Fred, Ronaldinho, Osvaldo e Cícero); Vemos o clube mudar a estratégia nas contratações e, das jovens promessas, voltar aos medalhões (Pierre, Antônio Carlos, Magno Alves, Ronaldinho Gaúcho e Wellington Paulista) sem justificar nada e deixando aos torcedores a ideia de que erraram no início do ano; Vemos o Departamento de Futebol insistir em manter Cristóvão Borges para dois ou três meses depois demiti-lo, contratando logo após Ricardo Drubscky, que logo no início do brasileiro se assume incapaz de conduzir o time de futebol; Vemos o VP de Futebol contratar um jogador de 39 anos se baseando única e exclusivamente em PENSAMENTO MÁGICO; Vemos o time de futebol jogando muito mal e sem qualquer padrão de jogo; Vemos a máquina do Clube sendo usada para iniciar a campanha política do ano que vem (apesar da massa defensora dizer que só a oposição vem fazendo politicagem rasteira); E muitos outros focos que em qualquer lugar seriam definidas como incompetência, mas não neste Fluminense de hoje em dia.

Sim, eu, Alexandre, estou cansado de ver o Fluminense sendo conduzido desta forma por gente que diz Ser Fluminense mas que, pelas suas atitudes, demonstram apenas Estarem Fluminense. E sim, estou cansado de ver estas pessoas pensarem que fazem a todos de idiotas. Tenha a certeza de que não somos idiotas.

O Fluminense não merece gente como vocês. Tudo pelo Fluminense, NADA do Fluminense!


Alexandre Nogueira
Sócio-Futebol e Membro do Esperança Tricolor

13 de julho de 2015

E segue a palhaçada...

E mais uma vez o Fluminense segue recebendo ataques a sua imagem institucional e desta vez além do ataque ao clube, houve um ataque ao Ronaldinho Gaúcho, nova contratação tricolor. O ataque certamente deve ter sido causado por conta do rancor que o senhor Eduardo Bueno sente pelo jogador. Porém, segue a resposta dada por Danilo Fernandes, um dos representantes do nosso grupo às desnecessárias ofensas desferidas por este senhor:

"O torcedor é soberano. Ele pode e deve zoar porque essa é a graça do futebol.

Já o formador de opinião ele tem o poder da palavra, do microfone. E por essa razão ele não tem o direito a ser ignorante e injusto. Para opinar sobre algo, ele precisa saber do que fala, senão simplesmente vomita palavras pela boca e dissemina a mentira.

O Fluminense há muito tempo sofre um ataque covarde da mídia sem que possa se defender.

O Peninha está errado se fez referência a 2013. Primeiro porque quem fez a denúncia foi a CBF e não o clube. Segundo porque a CBF não denunciou a Lusa somente. Ela denunciou o Flamengo também. Quem cometeu irregularidades forem eles e não o Fluminense. Mas na interpretação desse senhor, mau caráter é quem se beneficia da lei e não quem a infringe. Frase do advogado do Flamengo vazada pela globo.com: "Se não fosse a Portuguesa, nós iríamos para a série B."

Então antes de fazer referência a 2013, estude, se informe.

E se o senhor Peninha quer fazer referência a 96, se engana de novo. O escândalo e o mau-caratismo foi cometido pelos envolvidos no Caso Ivens Mendes e por isso nenhum clube, incluindo o Fluminense, foi rebaixado. Pesquise no google senhor: "Caso Ivens Mendes". E veja quem são os maus caracteres dessa época. Quando rebaixado dignamente, o Fluminense jogou tanto a série B como a C. E ganhou o ascenso dentro de campo. No entanto mais uma vez foi beneficiado por erros de outros. Se informe senhor Peninha: "Caso Sandro Hiroshi".

Enfim, chamar de mau caráter um clube como o Fluminense que construiu um estádio para abrigar a seleção brasileira com dinheiro próprio, ganhou a Taça Olímpica como referência mundial de organização e sempre liderou lutas pelo bem da sociedade, reflete a ignorância e falta de conhecimento. Vergonha de alguém assim ter acesso a mídia. Ou melhor, digno de PENA!"

Esperamos que o Clube tome a atitude certa em relação a este novo ataque a sua imagem institucional.

Esperança Tricolor

2 de julho de 2015

Ah, deputado...

Estimados tricolores,

A defesa institucional de qualquer entidade não é um capricho. Claro que a questão do orgulho faz parte dessa defesa mas o mais importante é o impacto que qualquer ataque traz às pessoas e às marcas.

O futebol é um negócio. E como tal, movimenta bilhões. Só que também mexe com emoções. E fortes emoções. Ninguém torce pela metade. Futebol é entretenimento mas no Brasil, e em outros países como a Argentina e a Turquia, é também uma religião. Os torcedores amam e defendem seus times como se fossem parte de suas famílias.

E no negócio do entretenimento a mídia desempenha um papel importante, tanto na informação quanto na manipulação. E ela sabe que o que vende é a eterna luta do bem contra o mal. Sempre foi assim e sempre será. Muita gente não gosta de ler, não gosta de estudar, não conhece história. Se informa pela manchete e pelo "ouvi dizer". E isso gera os famosos factoides.

Dito isso, o Fluminense há muito tempo tem tido diretorias que no mínimo são omissas no que diz respeito a defesa institucional. Os ataques covardes e mentirosos sobre viradas de mesa e clube do tapetão nunca foram respondidos à altura. E isso nos traz prejuízos financeiros enormes.
Quem quer associar sua marca a um clube antipático, desonesto e trapaceiro? Ninguém. E foi nisso que parte da mídia, essa sim de maneira desonesta intelectualmente e injusta, transformou o Fluminense.

O clube que foi o precursor do futebol no Brasil, que construiu um estádio com dinheiro dos sócios possibilitando o surgimento da seleção brasileira, que ganhou a Taça Olímpica como modelo no mundo, que teve tantas glórias e defendeu tantos temas importantes para a sociedade, como a luta contra o racismo no futebol, esse mesmo clube virou a Geni. Virou o mal total e absoluto. E só há uma maneira de acabar com isso de uma vez: uma campanha forte de defesa institucional. Campanha essa que deve abarcar todas as mídias. Durar um ano. E dar nome aos bois. Questionar clubes que desde a década de 70 promoveram viradas de mesa, se associaram ao regime militar para dar o famoso "pão e circo" ao povo, compraram juízes, mudaram regulamentos no meio dos torneios.

O Fluminense infelizmente por três vezes esteve no lugar errado na hora errada. Se informem os que não sabem sobre o que fizeram os presidentes de Corinthians e Atlético-PR em 1996 no Escândalo Ivens Mendes, comprovado por meio de gravações policiais que culminaram na suspensão destes mesmos presidentes e banimento do chefe de arbitragem do futebol. Se informem sobre a confusão feita por São Paulo, Gama e Botafogo em 1999. Se informem das viradas de mesa promovidas desde 1978 por todos, todos, os maiores clubes, alguns mais de uma vez, para se manter na primeira divisão. Quanto a 2013, senhor deputado Paulo Pimenta do PT-RS, vá se informar. O Fluminense corretamente lutou pela aplicação do regulamento. Quem queria mudar o regulamento foi quem o infringiu. E aliás, diga-se de passagem: já está na hora do Fluminense protocolar uma queixa crime em todas as esferas possíveis e exigir uma investigação profunda e detalhada de 2013, do caso Lusa e Flamengo. Vamos abrir a caixa de Pandora de uma vez. 

Se for descoberto que o Fluminense cometeu algum ato ilícito como a sociedade já definiu que sim, que se puna o clube, se prenda os envolvidos e ponto final. Mas que se faça o mesmo se ficar provado que não foi o Fluminense, como qualquer pessoa inteligente que pare dois segundos para pensar concluirá. Se lembrem sempre: no sábado o Flamengo caiu e os dirigentes dele sabiam disso de acordo com emails vazados na imprensa. Leiam abaixo no link do site globo.com. Destacamos essa parte, dita pelo representante jurídico do Flamengo:

"Não podemos nos esquecer que se não fosse o descuido da Portuguesa, éramos nós na série B."

Quem é a Geni?

Esperança Tricolor