Mostrando postagens com marcador Copa do Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa do Brasil. Mostrar todas as postagens

11 de dezembro de 2015

Temos que ser "positivos"...

Esperançosos Tricolores,


Findado o ano de 2015, a primeira sensação é de alívio. Graças a algumas vitórias santas no primeiro turno, notadamente contra Goiás, Atlético-PR e Cruzeiro, os pontos acumulados na primeira metade no campeonato mantiveram-nos na divisão principal do futebol brasileiro em 2016. Cumpre lembrar que no total do Brasileirão somamos 47 pontos, apenas um a mais do que em 2013, quando escapamos de um gigante vexame em virtude das até hoje enigmáticas escalações dos atletas André Santos e Héverton.

Mas indiscutivelmente o ano foi um desastre sob uma série de aspectos, ainda que nosso Presidente honorário e VP de futebol com honorários classifique o período como algo positivo. Num campeonato estadual tecnicamente fraco (o Vasco foi campeão) e ainda que prejudicado pela Federação, tivemos pífia participação com a já tradicional dificuldade contra clubes de menor investimento bem como derrotas para todos os rivais, outra marca da gestão atual. Voltando ao Campeonato Brasileiro tivemos um bom início após o fim do estágio do simpático Ricardo Drubscky, mas infelizmente Enderson Moreira perdeu a mão ao ter que lidar com atrasos de salários, crises políticas e Ronaldinho Gaúcho, culminando também com excessos do treinador em Joinville e posteriormente em episódio mal explicado ocorrido após o jogo contra o Corinthians em São Paulo.

A grande exceção foi a Copa do Brasil, em que apesar de só termos vencido três partidas éramos para estar na final, operados por erros crassos nos dois confrontos contra o Palmeiras. O que cabe mencionar é que dentre os quatro semifinalistas o Fluminense era o único membro da Liga Primeira (que periga nem mais acontecer), em mais uma manobra pouco inteligente da Gestão Siemsen, não no que diz respeito a participar, mas sim anunciar um movimento polêmico com uma fase final por disputar de um torneio organizado exatamente pela CBF.

Cristóvão Borges, Drubscky, Enderson e por último, Eduardo Baptista. Quatro treinadores no mesmo ano, sendo que o primeiro foi mantido com grande objeção dos torcedores e o segundo foi uma escolha em que não se consegue encontrar nenhuma lógica. Como dito acima, o time até deu liga com Enderson mas sua situação ficou insustentável depois que implodiu o vestiário. Por fim, mais uma aposta para finalizar o ano, dessa vez num treinador que parece ser adepto de novas experimentações e invencionices.

Com relação às contratações, definitivamente foi um ano para esquecer. Excetuando-se Vinícius (bom jogador, mas aparentemente bastante problemático), Giovanni (contundido após alguns jogos) e Pierre (sem grande brilho, mas eficiente), realmente fica complicado entender o critério para contratações utilizado pelos mandatários atuais. Apostar em Magno Alves com quase 40 anos, num inacreditável revival de péssimo gosto, serviu apenas para lembrarmos da Série C a cada toque na bola do jogador. Wellington Paulista protagonizou a cena que reflete bem o ano de 2015, naquele abraço hediondo no nosso VP de futebol, enquanto pérolas como João Filipe, Victor Oliveira, Lucas Gomes, Renato (veio antes, mas só estreou durante o ano), Antônio Carlos, Marlone, Breno Lopes (o que é Breno Lopes?) também envergaram o manto tricolor. É verdade que apostas válidas como Oswaldo e principalmente Ronaldinho Gaúcho decepcionaram ao extremo, mas nada que atenue a culpa da nossa gestão do futebol e do tão decantado mecanismo de scouts.

Fora das quatro linhas a coisa funcionou melhor, com o bom trabalho de Xerém coroado com um título nacional e duas negociações cujos valores anunciados podem ser considerados bons (no caso do Gérson, muito bom), ainda que sempre existam as costumeiras confusões monetárias da gestão atual, como no caso da tão alardeada prioridade garantida que na verdade era um adiantamento para o caso do Barcelona realmente exercer a compra. O CT parece caminhar bem, claramente mais por uma iniciativa personalizada do que propriamente um ato de gestão, mas os termos do retorno dos valores investidos nos causam preocupação, já que tudo é um tanto obscuro. E o próprio Sócio-Torcedor deu uma pequena alavancada, turbinado talvez pela empolgação quando da vinda de Ronaldinho, ainda que o programa se mostre bastante efêmero.

E por último, mesmo com o campeonato terminado os movimentos confusos continuam. Ao invés de retornar para o Fluminense, Biro-Biro seguirá para a China após bom Brasileiro pela Ponte Preta, por valores ainda desconhecidos. O Esperança Tricolor não é oportunista e sabe que evidentemente o atleta não seria a solução dos nossos problemas, mas entende que poderia ser viável dar uma chance ao jogador, gerando mais uma opção de velocidade para subsidiar Fred. Aliás, a negociação do atleta nos renderá um aparente promissor atleta sub-15, o qual torcemos para dar certo.

Por fim, como foi publicado em vários sites que publicam notícias sobre o Fluminense e em redes sociais, cabe ressaltar que o jogador é assessorado pela empresa Bloom Sports (de propriedade do Presidente do Nova Iguaçu), cuja assessoria jurídica é prestada pelo escritório Bittencourt & Barbosa, banca que tem como um dos sócios o nosso VP Mário Bittencourt. Como sabidamente o referido escritório presta serviços também para o Fluminense, o contrato do atleta pode ter sido analisado pelo mesmo CNPJ, tanto na visão "empregador" quanto na visão "prestador de serviços". E ainda sobre o empregador, o mesmo Bittencourt responde pelo futebol, numa situação claramente evitável e desnecessária.

Mas acreditamos na força do clube e no potencial inesgotável da instituição e dos seus torcedores. Cremos sim num 2016 extremamente positivo, torcendo por conquistas e por bons ambientes dentro e fora das quatro linhas. Muito mais do que integrantes de um grupo político, nós somos fanáticos pelo Fluminense Football Club e isso está de modo irretratável e irrevogável acima de qualquer outra questão.

Saudações Tricolores!!!


Esperança Tricolor

13 de novembro de 2015

Alerta aos "Escouteiros"

Estimados Tricolores,


Em qualquer área, o sucesso de uma equipe é fruto de um ciclo. Uma equipe vive de fases: formação, amadurecimento, auge, decadência e renovação. E o Fluminense vem pecando justamente na renovação de elenco. Depois de viver grandes conquistas entre 2010 e 2012, o clube parou no tempo. Nos últimos três anos, o Flu não brigou por título algum e, para piorar, passou vexame seguidas vezes dentro e fora de campo, como nas derrotas vexatórias para América-RN, Chapecoense e Horizonte, no teatro promovido por Mario Bittencourt em 2013 e nas contratações de Drubscky e Ronaldinho Gaúcho.

Com 150 milhões de faturamento, a maioria dele proveniente do futebol, era de se esperar que o clube desse a devida importância ao seu principal propósito. Entretanto, o trio Mario Bittencourt/Peter Siemsen/Fernando Simone não entendem assim. O tão alardeado “scout” é formado por voluntários. Pessoas do bem, que se submetem a trabalhar gratuitamente pelo Fluminense, mas que não recebem os recursos necessários nem são preparados para a fundamental função que desempenham. Isto exposto, entende-se as fracassadas contratações para esta temporada e as anteriores. O Corinthians, provável campeão brasileiro, possui 18 funcionários dedicados unicamente ao setor, três deles exclusivamente para as categorias de base.

Entre 2013 e 2014, o Fluminense contratou Edson, Walter, Marcelinho das Arábias, Guilherme Mattis, Felipe Garcia, Chiquinho, Fabrício, Monzón, Rhayner, Henrique, Wellington Silva e Felipe. Destes, apenas Edson e Wellington Silva (este com alguma boa vontade) trouxeram retorno.

Em 2015, com a dupla imbatível Mario Bittencourt e Fernando Simone e a super equipe de scouters voluntários, as contratações se tornam ainda mais absurdas. Antonio Carlos, João Filipe, Magno Alves, Artur (Nova Iguaçu), Breno Lopes, Renato, Victor Oliveira, Guilherme Santos, Lucas Gomes, Marlone, Julio Cesar, Jonathan, Osvaldo, Ronaldinho Gaúcho e Wellington Paulista, além das trapalhadas com a renovação de Cristóvão Borges e as contratações de Ricardo Drubscky, Enderson Moreira e Eduardo Baptista para o cargo de treinador.

Estranhamente, quem recebe para defender o clube em ações contratuais é o departamento jurídico, do advogado Mario Bittencourt, o mesmo que realiza as contratações. Mas este conflito ético é seguidamente ignorado pela Flusócio, dona do Conselho do Fluminense e grupo político de Peter, Mario e Simone.

Com os rumores das contratações de Matheus Ferraz, o zagueiro de 30 anos que não sabe desarmar e que felizmente renovou com o Sport e Felipe Amorim, o meia que não serve para o Goiás mas serve para o Fluminense, decidimos tentar ajudar indicando nomes viáveis que podem realmente ser úteis, tendo em vista que nosso grupo sempre se pautou em não somente apontar o dedo para os problemas e sim apontar as soluções que julgamos correta para os mesmos.

Deixo claro que os jogadores citados são unicamente da série A do campeonato brasileiro e um departamento de futebol como o do Fluminense deve estar atento à todas as séries e também no mercado exterior.

Dentre o que foi apresentado ao longo do campeonato e excluindo-se os jogadores "impossíveis" , essas são as opções selecionadas por mim:

Goleiros:
Sem necessidade.

Lat Esquerdo:
Rene - Sport;
Gilson - Ponte preta;
Dener assunção - Chapecoense.

Lat Direito:
Rodinei - Ponte Preta;
Eduardo - Atlético Paranaense.

Volante:
Otávio - Atlético Paranaense;
Paulo Roberto - Figueirense.

Meia:
Nikao - Atlético Paranaense;
Camilo - Chapecoense;
Cardenas - Atlético MG.

Atacante:
Erik - Goiás;
Bruno Henrique - Goiás;
Clayton - Figueirense;
Rafael Marques - Palmeiras.

Sei que lista de jogadores é bem subjetiva e cada um tem seu gosto pessoal, mas acredito que dentre as opções e seguindo o critério adotado essas seriam boas escolhas para o elenco do Fluminense que necessita de uma reformulação BEM FEITA! Diferente do que ocorreu esse ano.

Saudações tricolores!


Marcelo Souto

Sócio contribuinte e membro do Esperança Tricolor.

8 de novembro de 2015

Faxina geral. Parem de brincar com o Fluminense!

Estimados tricolores,


Antes de ler esse texto, recomendamos que ao final dele, vocês acessem o link abaixo. É o texto da Flusócio, grupo da situação e que apoia o Presidente Peter, o Vice-presidente Mário e o Diretor Fernando Simone. Para quem não sabe, a Flusócio não é Oposição. Ela é parte de tudo que vemos no clube.

http://www.flusocio.com.br/mais-uma-noite-de-vergonha/

Mais uma derrota de um clube que parece ter uma diretoria e uma parcela de sua torcida acostumados a isso: perder. Na gestão Mário Bittencourt isso foi o que mais vimos, derrotas e vergonhas. Fomos eliminados do fraco Estadual que mesmo com toda manipulação tínhamos obrigação de ganhar, fizemos campanha irregular no Brasileiro de 2014, fomos eliminados de maneira vergonhosa da Copa do Brasil de 2014 em pleno Maracanã por um time de segunda divisão, tivemos péssima campanha no Brasileiro desse ano. A tábua de salvação que usam foi ter saído da Copa do Brasil 2015 nas semifinais e prejudicados. Se esquecem que já entramos nas fases finais e se contentam com o quase.

Mas esse é o perfil atual. Se contentar com pouco. Celebrar não cair. Celebrar não ter sido tão humilhado sem a Unimed. Essa é a justificativa. Segundo entrevista do Mário esse ano foi positivo. Ou seja, chamou a torcida de burra e apequenou um gigante do futebol brasileiro. Positivo pra quem? Só se foi para ele que graças ao Fluminense é o que é.

Para explicar ao Mário e aos que compram qualquer lenda inventada por essa gestão e pela Flusócio, que talvez devesse se chamar Flasócio porque tricolores não parecem ser, o Fluminense nasceu em 21/07/1902. Até a chegada da Unimed foram 96 anos de glórias e de construção de um dos maiores clubes do mundo. Uma história repleta de ídolos, craques, títulos e grandes dirigentes. Pessoas honradas que trabalhavam por amor ao clube. Alguns desses dirigentes e atletas não tinham o Fluminense como sua principal fonte de receitas.

Não se engane o Mario, crescido na década de 90, pensando que aquele Flu de 96-99 era o Flu histórico. Não era. Foi uma época difícil. Sim, foi. Mas só um clube como o nosso conseguiria ressurgir depois de jogarem ele no poço mais escuro. A Unimed ajudou? Claro que sim. Hoje em dia é necessário um patrocinador? Claro que sim. Mas esse ano e na gestão Mário o que vimos foi uso incompetente do dinheiro e não a falta dele.

Entendam os que acham que torcer pro Flu é bater palmas para tudo. Somos um clube de 150 milhões de receita. Com o orçamento atual do futebol podemos montar com a mescla Xerém, jogadores experientes e apostas de verdade, um elenco capaz de brigar por título sempre. O Flu se acostumou a "timinhos" que de timinhos não tinham nada. O Flu era tipo o Corinthians atual que consegue ser campeão com Vagner Love no ataque. Um time aguerrido, batalhador que misturava esses três ingredientes acima para vencer.

O Fluminense do Mário não é nada disso. Jogou dinheiro fora com péssimas apostas. Investiu num fanfarrão para ser seu trampolim aos holofotes, Ronaldinho. Não conseguiu, até porque não sabe como e seu ego e necessidade de ser a estrela não permitem, montar uma comissão técnica permanente ,profissional e gabaritada grande diferencial dos clubes vencedores nesses tempos de jogadores medíocres.

Ao invés disso, trouxe além de um péssimo elenco, uma CT permanente limitada e nosso clube se tornou um saco de pancadas. Conseguiu o impensável ao trazer treinadores fracos e insossos, 4 em sequência. Enfim, se mostrou incompetente para gerir o futebol de um gigante.

O símbolo dessa gestão é o zagueiro Gum. Ninguém representa melhor nosso momento. Agradecemos a tudo o que ele fez no passado. Foi fundamental, apesar de no título de 2010 ter contado com um sistema tático que o protegia. Mas sim. Se deve reconhecer seu passado. Só que seu presente é horrível. Falha repetidamente em lances básicos e ao falhar aponta para os outros como se a culpa não fosse dele. Estamos falando do Gum e não da gestão Mário que adora ao errar colocar a culpa nos outros, na Unimed, oposição, etc. Nunca eles erram. Nunca fizeram nada de mal.

Um treinador com o aproveitamento da dupla Bittencourt/Simone já teria sido demitido. Mas infelizmente o Fluminense é vítima de um projeto de poder. A eleição do Mário a presidente está acima de tudo. Ele não pode sair do holofote. Projeto de poder, essa é a causa. Um projeto criado para inventar um novo clube. Que rasga e desrespeita sua história. Um Fluminense arrogante, vaidoso, ególatra, que acha que está acima de tudo e de todos, incluindo seus sócios e seus apaixonados torcedores. Um Fluminense que aceita derrotas e se conforma com o fracasso.

Por favor tragam nosso Fluminense de volta! Fora Mário Bittencourt e Fernando Simone.


Esperança Tricolor

2 de novembro de 2015

Presidente, faça História!

Estimados Tricolores,


Grande vitória ontem e excelentes atuações do grupo nos últimos jogos. Feliz 2016 a todos! Agora é hora de falar sério.

Apesar de discordarmos e acharmos uma inversão de valores absurda que um elenco de profissionais jogaria mal e perderia jogos se a diretoria fosse criticada, nosso grupo decidiu respeitar o momento do futebol e dentro do possível se calou. Mas passado o sufoco no Brasileiro e terminada nossa passagem na Copa do Brasil, agora é o momento de falar do que importa: como melhorar nosso Fluminense.

O presidente Peter inicia seu último ano a frente do clube. É digno afirmar que fez algumas boas ações e que foi uma gestão melhor do que a anterior. Tentou organizar o clube e dentro do possível conseguiu alguns êxitos. Mas a soma de erros ainda é muito alta.

A principal delas foi ter deixado que seu grupo decidisse quem serve e quem não serve e loteasse o clube numa autêntica estratégia política que vimos semelhante no país nos últimos anos. Muitos falam em ação entre amigos. Nós preferimos confrontar os conflitos éticos, grande problema da atual gestão. Muitas decisões, nomeações e contratações foram feitas no limite da ética. São ilegais ou desonestas? Não. Mas certamente incluem conflitos que devem ser evitados. E para o próximo ano esperamos um foco na profissionalização do nosso carro-chefe, o futebol.

Para começar essa profissionalização é ponto chave o afastamento imediato do Mario Bittencourt pelo conjunto da obra. Teve dois anos de péssimos resultados e não conseguiu com e sem o auxílio da Unimed, montar um elenco equilibrado e decente.

Foi colocado na pasta obviamente para formar o sucessor do Peter mas fracassou retumbantemente. E ele pode ser o candidato a presidente como qualquer sócio apto. Sem problemas. Pode ser o VP jurídico, o que duvidamos que aceite porque assim não seria remunerado e perderia uma fonte importante de receita. Pode manter seu contrato, então. Ele é um brilhante advogado. Mas não serve como VP de Futebol.

Para ser VP dessa pasta não basta ser amigo de jogador, simpático ou ter boa oratória. É preciso entender de futebol. E no quadro de associados o presidente pode encontrar várias opções melhores preparadas. Pessoas que se interessam em ajudar o clube, sem vaidade, sem arrogância e sem exibicionismo.

Trocado o VP, é necessário profissionalizar a diretoria de futebol. Contratar um diretor experiente e que conheça do assunto. Outra vez, no mercado existem vários nomes com o perfil necessário e inclusive alguns que talvez sejam apostas mas que funcionariam muito melhor do que o atual diretor, tais como  ex-jogadores com formação em gestão ou treinadores experientes.

Em seguida é essencial formar uma comissão técnica permanente de primeira grandeza. Nomes de ponta como Carlos Pracidelli para preparação de goleiros, Fabio Mahseredjian para parte física, manutenção do Nilton Petrone, devem ser prioridade. Contratação de um supervisor competente, por exemplo o Fernando Gonçalves que trabalhou no clube em 2007-2008. Vinda de um assistente técnico com boa formação, como por exemplo o treinador Marquinhos Santos.

Com relação ao treinador, até se pode manter o treinador Eduardo Batista, boa aposta por enquanto. Apesar de vermos o exemplo do Tite mostrando que no insosso e inábil futebol brasileiro, um treinador de ponta faz a diferença. O Fluminense é uma outra prova, visto os títulos com Muricy e Abel.

Da onde viria o dinheiro? Da reformulação inteligente do elenco. Para isso é necessário investir numa equipe de profissionais de scout que sejam funcionários do clube, recebam bonificações por sucesso e tenham acesso a ferramentas modernas.

Jogadores como Renato, Arthur, Victor Oliveira, Antonio Carlos, Henrique, Breno Lopes, João Filipe, Lucas Gomes, Wellington Paulista e Magno Alves não tem condições técnicas nem de sequer fazer parte do elenco. Para ter esses jogadores, melhor apostar em Xerém. Jogadores como Breno, Nogueira, Ayrton, Leonardo, Marlon Freitas, Rafinha, Eduardo, Robert, Paulinho, Biro-Biro, Euler, Samuel, valem muito mais como apostas do que os atuais profissionais.


Temos o caso do zagueiro Gum. Merece respeito pelo seu passado mas não tem mais condições de jogar num clube como o Flu. Que receba uma placa de agradecimento e siga seu caminho. Muito obrigado por tudo.

Nas mãos de uma comissão competente um elenco como o postado abaixo renderia muito:

- Goleiros:
Cavalieri, Julio Cesar e Marcos Felipe;

- Laterais:
Wellington Silva, Jonathan, Breno, Giovanni, Leonardo e Ayrton;

- Zagueiros:
Marlon, Nogueira e 4 reforços;

- Volantes:
Edson, Pierre, Jean, Rafinha, Marlon Freitas, Douglas e Cícero;

- Meias:
Vinicius, Scarpa, Eduardo, Robert, Higor e 1 reforço;

- Atacantes:
Fred, Samuel, Marcos Junior, Osvaldo, Paulinho, Euler e Biro-Biro.

Um elenco que com 3 ou 4 bons reforços mais experientes pode render.

Enfim, com vontade e disposição e gastando o mesmo orçamento atual é possível montar um bom grupo. Mas para isso o presidente precisa querer.


Esperança Tricolor

22 de outubro de 2015

Arbitragem de Porco

Estimados tricolores,


Grande jogo. Um dos melhores do Fluminense esse ano.

No primeiro tempo vimos um time bem posicionado, agressivo, rápido. Com uma excelente saída de jogo aonde os zagueiros abriam, os laterais se aproximavam e Jean e Cícero davam a qualidade no passe ou nas arrancadas pelo meio dos atacantes do Palmeiras. Palmeiras esse que não se defendeu somente e ameaçou em alguns bons contra ataques. Mas ontem era dia do Fluminense. Um primeiro tempo primoroso em que o placar ainda foi generoso com o Palmeiras. Se terminasse 4 x 0 não seria exagero.

Vem o segundo tempo e com ele um novo Flu. Temos um elenco a conta do chá. Com a saída do Fred, nosso time desmoronou. Perdeu a referência no ataque, mudou o estilo de jogo e perdeu muito na frente. Magno Alves não tem condições de jogar num time de série A. É um bom jogador para série B. E com sua entrada, acabou nosso ataque. Perdeu um gol feito por tomar a decisão errada de tocar para o impedido Marco Junior. E com isso deixamos de matar no Rio um jogo fácil e controlado. De bom no segundo tempo a manutenção das duas linhas de 4 jogadores, muito bem postadas.

Cícero, Jean, Fred, Scarpa e Marco Junior foram os destaques do Flu. Mesmo jogando abaixo no segundo tempo, ainda poderíamos ter decidido a classificação. Perdemos ótimas chances. Mas futebol é assim mesmo.

Ah, e sobre o árbitro? Não temos e ninguém conseguirá provas de que entrou em campo decidido a ajudar o Palmeiras. Mas alguns fatores levantam dúvidas sérias. Leandro Vuaden é reconhecido por ser um árbitro que tenta seguir o modelo europeu. Não para o jogo, não dá faltinhas e não é fã dos cartões. Deixa o jogo correr. Tudo que não vimos ontem. Ontem vimos um Vuaden parando o jogo o tempo todo, enchendo os defensores do Flu de amarelos, invertendo faltas e evitando punir aos jogadores do Palmeiras.

O Flu deve reclamar disso e não do pênalti, que não aconteceu. Focar no pênalti é deixar que se discuta um lance e se perca o todo. O conjunto da obra. No total do jogo, ficou clara a tendência a favor dos paulistas. Se isso é algo premeditado e orquestrado por algum dirigente, então, tememos pelo segundo jogo. Se no Maracanã foi assim, imaginem em SP?

Enfim, o Fluminense é assim. Esperamos que os jogadores entendam e respeitem nossa história. Nas dificuldades nos superamos. O Fluminense é como Fênix. Sempre ressurge das cinzas. Que na próxima quarta o time se supere outra vez e consiga na garra e no coração trazer o resultado. Se Deus quiser com o Fred em campo.

PS: ótimo desabafo do Presidente Peter na imprensa. Errou ao partir pra cima do juiz. O correto é pressionar publicamente na imprensa e sem alarde, numa sala fechada na CBF. Del Nero é torcedor do Palmeiras. Sérgio Correa dizem que é corintiano. Seja esperto Peter!


Esperança Tricolor

20 de outubro de 2015

Amanhã é dia de estar no Maraca

Esperançosos Tricolores,
      

Seis anos depois da histórica classificação contra o Cerro Porteño pela Copa Sulamericana em 2009, o Fluminense volta a disputar uma semifinal de uma competição relevante. O adversário nesta quarta-feira é o perigoso time do Palmeiras, que apesar de irregular conta com um elenco qualificado e um treinador que venceu os dois últimos campeonatos brasileiros. O primeiro jogo do confronto é mais do que importante e torna-se fundamental que o Maracanã esteja lotado, com o apoio incessante de nossa torcida.

Ainda que não estejamos matematicamente livres no próprio Brasileiro, fruto principalmente de uma campanha muito ruim no returno, vencer a Copa do Brasil será a salvação de um ano bastante conturbado dentro e fora de campo. Nesse sentido e considerando o histórico recente do Fluminense e do seu atual treinador, jogar a primeira partida em casa se configura num trunfo importante, objetivando um resultado que nos dê tranquilidade na partida de volta, agora confirmada para o Allianz Parque.

Portanto, não é hora de se pensar no complicado horário das 22 horas, nem de lembrar que existe TV aberta. Precisamos deixar o Maracanã abarrotado de tricolores e vivenciar novamente as quartas-feiras históricas do período 2007-2009. Independente de questões políticas, insatisfações gerais ou similares, o Fluminense precisa de nós, e é a hora de darmos essa resposta!

Saudações sempre Tricolores!


Danilo Jeolás
Sócio-Contribuinte e Membro do Esperança Tricolor

1 de outubro de 2015

Ventos da mudança

Uma necessária vitória contra o Goiás no sábado para aliviar a pressão sobre o time. A apreensão sobre o jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil contra o Grêmio. Isto numa semana onde o clube foi surpreendido com o pedido de demissão de Ronaldinho Gaúcho (que infelizmente não rendeu à expectativa gerada com a contratação). Como a vida sempre deve seguir em frente, chegou a quarta-feira da esperada partida.

Escalação repetida do jogo contra o Goiás, com exceção de Marcos Júnior no lugar do Ronaldinho Gauúcho. E uma postura mais ativa em campo que a apresentada na partida contra o Goiás. O time defendia-se com aplicação, de forma bastante compacta como ainda não se havia visto este ano. Agora sim podemos dizer que o time progrediu em campo, pois graças a esta compactação, o time voltou a fazer triangulações e trabalhar melhor a bola. A defesa, por estar mais protegida, consegue neutralizar melhor as jogadas de ataque do adversário. E Cícero realmente se encontrou em campo como o organizador inicial de jogadas do time, sempre estando de frente para o gol e podendo acionar melhor os jogadores mais rápidos. Gustavo Scarpa e Marcos Júnior jogaram abertos para auxiliar a marcação adversária e a compactação do time. E quando o Fluminense tinha a posse de bola buscavam o centro do campo para abrir o corredor para a passagem dos laterais. Jean mais uma vez foi muito bem jogando como lateral, pena ter saído por conta de lesão. Foi substituido por Higor Leite que, mesmo improvisado, não deixou o nível cair e conseguiu atrapalhar bastante as jogadas adversárias no setor e ainda apareceu como opção nas jogadas de ataque. E falando em lateral, como foi gigante o jovem Leonardo, que jogou grande parte do segundo tempo com um dos ossos do pé direito quebrado, situação que infelizmente o impedirá de continuar jogando este ano.

Fred marcou o primeiro gol da partida no primeiro tempo (uma bela cabeçada no meio de dois zagueiros do Grêmio graças ao belíssimo cruzamento da direita feito por Marcos Júnior). Teve a oportunidade de ampliar a partida mais algumas vezes no início do segundo tempo, porém não aproveitou as oportunidades. E acabou levando o gol de empate justamente no momento em que Jean foi substituido e a defesa ainda estava se acertando. Cavalieri fechou o gol relembrando seus melhores momentos de 2012. Douglas entrou bem no segundo tempo para ajudar a segurar o placar, pena que o mesmo não pode ser dito quanto ao Osvaldo. Ele ainda não fez uma boa partida que fosse pelo clube. E mesmo com tanto tempo de acréscimo o Fluminense segurou o placar de forma bastante convincente.

Agora temos nova batalha no Campeonato Brasileiro no jogo contra o Santos. Teremos alguns desfalques, mas ainda esperamos que o time mantenha a mesma pegada. Mantenham o respeito pelo Fluminense e sua torcida. Provem que vocês merecem vestir as Três Cores que traduzem Tradição. Perder jogos ou ser eliminado de alguma competição faz parte do jogo. O problema é a forma como isto acontece. E saibam que a torcida continua de olho.


Esperança Tricolor

21 de setembro de 2015

Simplificando para sair do buraco

Amigos tricolores, o bom desempenho no início da competição é o que ainda nos mantém fora da zona de rebaixamento. Em fase terrível dentro e fora dos gramados, o Fluminense está a apenas três pontos da degola. O que nos deixa extremamente preocupados, haja visto que a atual diretoria não se manifestou aberta a qualquer contribuição que tenha sido oferecida e nada indica que o cenário vai mudar.

Sabemos que a situação nada mais é do que resultado de uma série de erros graves cometidos pela dupla que comanda o futebol, Mario Bittencourt e Fernando Simone, e pelo Presidente Peter Siemsen, figura esta suplantada por Bittencourt em várias decisões.

Entre os erros cometidos pela administração do vice-presidente com remuneração, Mario Bittencourt, o mais sério é o de não admitir a necessidade de contratar um técnico de peso e preferir apostar, pela – pasmem – quarta vez, em um treinador inexperiente em lidar com atletas e clubes de maior expressão.

Em que pese os apenas três dias no comando, Eduardo Baptista não esboça qualquer intenção de alterar o falido esquema 4-2-3-1, que ancora o Fluminense ao fracasso há três anos. É inadmissível que o treinador desconheça o elenco tricolor, pois disputava a mesma competição enquanto técnico do Sport Recife.

Considerando este fato e ignorando o fracasso da Flusócio de Mario Bittencourt, Fernando Simone e Peter Siemsen em gerir o Clube em todos os aspectos – não me venham falar em finanças quando se vende duas estrelas em potencial e ainda assim conseguem a proeza de atrasar direitos de imagem -, vamos nos ater às quatro linhas.

Para se atingir um objetivo em qualquer negócio, é preciso saber quais as forças e fraquezas que você possui para que possa se preparar para aproveitar as oportunidades e para se proteger das ameaças. No futebol não é diferente, para isso existe a figura do analista de desempenho.

Em que pese o fracassado scout que indica João Filipe, Victor Oliveira, Lucas Gomes, Breno Lopes, Magno Alves, Wellington Paulista, Breno Lopes e Antonio Carlos, já era de se esperar que o autoconhecimento não fosse o forte do setor, então melhor nem imaginar o que sabem dos adversários. Portanto, apesar de Mario Bittencourt, Fernando Simone e Peter Siemsen recusarem, vamos tentar ajudar.

O desafio é fazer o time voltar a render. Como primeira medida, sugerimos a mudança de formação para 4-2-2-2, com um quadrado no meio de campo e dois atacantes. Agora vamos analisar por valências importantes para as funções na planilha linkada a seguir:








Apresentados os números, acreditamos que a melhor formação para o Fluminense sair da fase atual é: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Marlon e Leo Pelé; Edson, Douglas, Scarpa e Vinicius; Fred e Marcos Jr. Assim teremos uma equipe com melhor desarme, mais combativa, que privilegia o passe de ruptura e com atacantes com características complementares. E recomendamos a aplicação desse modelo tático e a escalação destes jogadores em função do perfil do elenco. Não adianta insistir num esquema tático quando o elenco do clube conta com jogadores que não possuem as melhores características para este tipo de esquema. A derrota para Ponte não foi somente por corpo mole, desunião do elenco ou falta de qualidade técnica. Ocorreu exclusivamente por conta da insistência na execução de um esquema tático onde não há jogadores com o perfil necessário. Será difícil o departamento de futebol perceber isso? Ou não há ninguém que enxergue este tipo de situação por lá?


Esperança Tricolor

27 de agosto de 2015

Paysandu x Fluminense - E o tal pokemon?

Esperançosos Tricolores,
     

Numa partida bem menos dramática do que imaginávamos, em que o Fluminense controlou as ações na maior parte do tempo, o Tricolor mais famoso das galáxias habilitou-se para a disputa das quartas-de-final da Copa do Brasil, vencendo o aguerrido time do Paysandu novamente pelo placar de 2x1. Mesmo com o inacreditável número de dez desfalques, dentre eles os três principais atletas do elenco (Fred, Ronaldinho Gaúcho e Diego Cavalieri), os comandados de Enderson Moreira atuaram com muita inteligência, se aproveitando do desespero adversário e pouco se importando com o Mangueirão lotado.

Mais um gol de cabeça de Cícero abriu os trabalhos, aproveitando bom cruzamento de Victor Oliveira quando o Fluminense já era bem superior. Após perder algumas oportunidades de ampliar, o próprio Victor cometeu penalidade infantil, que apesar de clara foi marcada apenas pelo auxiliar, algo que parece ocorrer apenas contra o clube. Já no segundo tempo, uma rápida trama pela esquerda culminou com certeira assistência de Magno Alves para Marcos Junior, sepultando qualquer chance de reação dos paraenses.

A nota preocupante ficou por conta da agressão covarde sofrida pelo volante Edson, cujo atleta adversário foi prontamente expulso pelo árbitro. Nesse sentido, cabe questionar os parâmetros de normalidade utilizados pelo ex-zagueiro do clube e agora comentarista, Edinho, que inacreditavelmente relatou que se tratava de uma "técnica certa para subir", configurando-se um lance meramente casual. Voltando ao nosso jogador/guerreiro/pedreiro, torcemos para que a fratura sofrida no nariz não o tire de combate por muito tempo.

Sacramentada a classificação, voltamos ao Campeonato Brasileiro e o confronto contra o Atlético-MG promete ser emocionante e depende bastante do seu comparecimento. Não custa lembrar que o adversário virá mordido pela eliminação de ontem, curiosamente algo similar ao jogo do turno, não podendo de modo algum ser subestimado. Mas temos que manter a pegada de Belém e mostrar que no nosso terreiro quem canta de galo é o Fluminense.

Portanto, domingo é dia de Maraca!!! Todo mundo tem que estar lá!!

Saudações Tricolores.

PS: É bacana ver os dois queridinhos da mídia se despedindo juntos...


Danilo Jeolás
Sócio-Contribuinte e membro do Esperança Tricolor

21 de agosto de 2015

Resultado muito melhor que a atuação

Esperançosos Tricolores,


Um chute perfeito do lateral-direito reserva nos propiciou mais uma daquelas vitórias cardíacas, algo completamente dentro dos parâmetros para um torcedor tricolor. O triunfo por 2x1 sobre um bem-armado Paysandu nos leva com vantagem para Belém, num Mangueirão fatalmente lotado e com bastante pressão. Mas não tenham a menor dúvida que nossa classificação corre riscos, notadamente se mantivermos o baixo padrão da atuação de ontem.

A entrada de Ronaldinho Gaúcho e Cícero praticamente ao mesmo tempo, evidentemente elevou o nível técnico do time, mas cabe questionar se essa melhora em nível de criatividade compensa a visível perda de competitividade da equipe. Basicamente, temos perdido o meio-campo nos últimos jogos (exceção talvez à partida contra o Figueirense) e além de sermos bem mais atacados do que antes a saída de bola ficou demasiadamente lenta, permitindo a recomposição do adversário. Cumpre salientar também a queda de produção do volante Édson, o que tem sacrificado bastante Jean e os laterais.

Como um alento, deve ser destacada a boa performance do goleiro Julio César, indubitavelmente o melhor jogador em campo e o primeiro gol de Magno Alves em seu retorno ao Fluminense, tornando-se o jogador mais velho a marcar um gol pelo clube, considerando apenas a Era Profissional. E como já citado, o tiro "na veia" desferido por Renato, numa finalização que apenas Castilho conseguiria defender.

No próximo domingo, possivelmente sem Fred e Ronaldinho, teremos mais uma dura batalha contra um redivivo Joinville, no que se caracteriza como um confronto bastante perigoso. E a sequência contra Atlético-MG, Corinthians e Flamengo definirá nossas aspirações no Brasileirão. Voltar à Libertadores, por uma via ou por outra, é algo bastante possível.

Saudações Tricolores a todos!!

Danilo Jeolás
Sócio-Contribuinte e Membro do Esperança Tricolor