O Fluminense completou dois meses de salários atrasados. O clube não tem R$ 1,4 milhão para pagar sua parte na folha do departamento de futebol.Realmente vamos de mal a pior.
Essa gestão sempre pregou nesses quatro anos que um dos seus maiores objetivos era equacionar a dívida, mas só vimos aumentar. Não fizeram auditoria, não cumprem obrigações e está sempre penhorada. Nem mesmo quando destina o valor combinado da premiação dos jogadores para saldar dívidas, consegue diminui-las. R$ 1,4 milhão !
Nem quando abre mão da vantagem do mando de campo por dinheiro, as pendências financeiras imediatas são sanadas.
Diretoria que não investe em marketing para captar receitas, tampouco encontra situações que façam o clube respirar. São dois meses de salários atrasados para quem tem rendimentos superiores a R$ 14 mil reais. Uma vergonha !
Um clube quem nem VP de Finanças tem, sendo que a no mínimo 120 dias a pasta está vaga, rasgando o Estatuto mais uma vez.
Art. 45 – O Presidente do FLUMINENSE preencherá cada vaga no Conselho Diretor, ad referendum do Conselho Deliberativo Cuja convocação solicitará no prazo de 30 (trinta) dias da vacância.
Para finalizar, um recado :
Caro VP de Futebol/ Executivo Jurídico, o Fluminense está há dois anos sem títulos. Não classificar para a Libertadores com esse elenco caro é um escárnio.
Mas não nos esqueçamos: não cumprir com a palavra custa mais caro ainda.
André Horta
Sócio proprietário e membro do grupo Esperança Tricolor
#esperancatricolor
9 de outubro de 2014
8 de outubro de 2014
Fluminense x Atlético MG
Esperançosos Tricolores,
O Fluminense entra em campo na próxima quinta-feira, para enfrentar um adversário mais do que direto na luta pela vaga na Libertadores da América do ano que vem. Mesmo atuando no Maracanã o confronto com o Atlético-MG será bastante complicado, lembrando que o clube mineiro é um dos líderes do returno ao lado de mais quatro times, tendo somado 13 pontos nos sete jogos. Além disso, vem de derrota surpreendente para o Criciúma e precisa se recuperar.
Já o Fluminense vem de resultado igualmente frustrante, ao ceder empate para o Bahia (outro líder do returno por sinal) num jogo em que desperdiçou um caminhão de gols. Cabe ressaltar também a discutível substituição de Dario Conca quando tinha a vantagem no placar,no equilibrado (por baixo) Campeonato Brasileiro, prescindir do craque do time em qualquer situação é flertar com o perigo e esperamos firmemente que nosso treinador, indiscutivelmente teimoso, tenha aprendido a lição dessa vez.
Não custa lembrar que apesar da partida ter sido realizada em Brasília, o mando de campo era nosso. Ainda que exista todo o sabido viés financeiro, é obrigatório questionarmos ter se aberto mão da vantagem de se atuar no Maracanã num jogo tão decisivo, que poderia ter nos guindado ao G4.
Com as notícias veiculadas no site globoesporte.com, a preocupação para o jogo contra o Atlético-MG torna-se ainda maior. Infelizmente, o clube completou o segundo mês de salários atrasados para quem recebe acima de 5 mil reais/mês, o que evidentemente engloba todo o plantel de jogadores, mas Independente de mais um descumprimento de obrigações por conta da diretoria, o histórico de atuações do grupo quando existem valores devidos em aberto é muito ruim, vide por exemplo a recente e inacreditável eliminação na Copa do Brasil.
De qualquer sorte, é um jogo de seis pontos e o apoio da torcida é fundamental. Compareça e empurre o time rumo ao triunfo, pois ficar de fora da Libertadores seria muito prejudicial.
Saudações Tricolores !
Danilo Jeolás
Sócio contribuinte e membro do grupo Esperança Tricolor
O Fluminense entra em campo na próxima quinta-feira, para enfrentar um adversário mais do que direto na luta pela vaga na Libertadores da América do ano que vem. Mesmo atuando no Maracanã o confronto com o Atlético-MG será bastante complicado, lembrando que o clube mineiro é um dos líderes do returno ao lado de mais quatro times, tendo somado 13 pontos nos sete jogos. Além disso, vem de derrota surpreendente para o Criciúma e precisa se recuperar.
Já o Fluminense vem de resultado igualmente frustrante, ao ceder empate para o Bahia (outro líder do returno por sinal) num jogo em que desperdiçou um caminhão de gols. Cabe ressaltar também a discutível substituição de Dario Conca quando tinha a vantagem no placar,no equilibrado (por baixo) Campeonato Brasileiro, prescindir do craque do time em qualquer situação é flertar com o perigo e esperamos firmemente que nosso treinador, indiscutivelmente teimoso, tenha aprendido a lição dessa vez.
Não custa lembrar que apesar da partida ter sido realizada em Brasília, o mando de campo era nosso. Ainda que exista todo o sabido viés financeiro, é obrigatório questionarmos ter se aberto mão da vantagem de se atuar no Maracanã num jogo tão decisivo, que poderia ter nos guindado ao G4.
Com as notícias veiculadas no site globoesporte.com, a preocupação para o jogo contra o Atlético-MG torna-se ainda maior. Infelizmente, o clube completou o segundo mês de salários atrasados para quem recebe acima de 5 mil reais/mês, o que evidentemente engloba todo o plantel de jogadores, mas Independente de mais um descumprimento de obrigações por conta da diretoria, o histórico de atuações do grupo quando existem valores devidos em aberto é muito ruim, vide por exemplo a recente e inacreditável eliminação na Copa do Brasil.
De qualquer sorte, é um jogo de seis pontos e o apoio da torcida é fundamental. Compareça e empurre o time rumo ao triunfo, pois ficar de fora da Libertadores seria muito prejudicial.
Saudações Tricolores !
Danilo Jeolás
Sócio contribuinte e membro do grupo Esperança Tricolor
2 de outubro de 2014
Conflito de interesses
Esperançosos Tricolores,
Na grande expectativa pelo jogo do próximo sábado contra o Bahia e projetando uma maior aproximação ou mesmo o ingresso no G4, nos deparamos hoje com uma notícia bombástica e assustadora!
Nosso Vice-Presidente de futebol, Dr. Mário Bittencourt, defendeu o América-MG em julgamento realizado ontem no STJD, conseguindo inclusive reduzir a pena imposta ao clube mineiro em 15 (quinze) pontos. Agora, em vez do decréscimo de 21 (vinte e um) na tábua de classificação, o América terá subtraído apenas 6 (seis) pontos, o que o alça da zona de descenso para a décima colocação na Série B.
Estranhamente, no que para muitos se configura num potencial conflito ético, o sr. Bittencourt conjuga a Vice-Presidência de Futebol com a prestação de serviços advocatícios ao clube, função esta inclusive que exerce com eficientes resultados, vide a defesa do Fluminense no neste mesmo STJD, quando o clube figurou como interessado no imbróglio que envolvia a escalação irregular de atletas por parte da Portuguesa e do Flamengo.
A discussão ética reside na flagrante e concomitante relação de ao mesmo tempo em que exerce um importante cargo estatutário e não-remunerado, prestar assessoria jurídica ao clube de modo recompensado. Inclusive, lendo-se o Estatuto, mas especificamente no ítem b) das atribuições de um Vice de Futebol do Fluminense, é responsabilidade do detentor da pasta "gerenciar os contratos, franquias e transações de qualquer natureza comercial concernentes ao futebol do Fluminense". Causa estranheza que o responsável por tais obrigações, possa também receber por eventual rescisão ou qualquer outro ato jurídico decorrente de alguma ação que envolva alguma dessas transações.
Perpassando esse fato, voltemos à questão da defesa do América-MG. Apesar de toda a razão do Fluminense e da justa penalização imputada tanto à Portuguesa de Desportos quanto ao Flamengo, nosso clube sofreu e sofre bastante pelo não-rebaixamento ter sido sacramentado numa via judicial, exatamente no mesmo STJD. Viramos o vilão-mor do futebol brasileiro e a indesejável pecha de time do "Tapetão" continua de modo covarde e leviano sendo disseminada pela imprensa e ressoada por mídias sociais e similares, o que inegavelmente causa sensível desgaste à imagem do clube.
Conjugando tudo isso, o sr. Mário Bittencourt deveria se resguardar e principalmente proteger o clube do qual é dirigente e cremos que torcedor. Se a relação VP x prestador de serviços jurídicos já é constrangedora, imaginem agora, prestando serviços para um clube que disputa o mesmo campeonato que o Fluminense, estando apenas numa divisão diferente? Será que se o Vasco tiver alguma demanda congênere no STJD, contará também com os préstimos do sr. Bittencourt?
Soa inacreditável atestarmos que o nosso Vice-Presidente de Futebol defende uma outra agremiação num caso muito parecido, que tanto deteriorou a imagem do clube. Serve também como combustível para a imprensa, que claramente não se referirá ao causídico como sr. Bittencourt, mas sim como o "advogado do Tapetão do Fluminense".
Uma situação como essa é inaceitável e não poderia ocorrer. Não sabemos se o Presidente do clube tinha conhecimento do fato, mas o mínimo que esperamos é que algo do gênero tenha acontecido pela última vez. O sr. Bittencourt deve cuidar dos interesses do clube cujo mascote é um Cartola e não um Coelho...
Saudações Tricolores a todos,
Danilo Jeolás
Sócio Contribuinte e membro do Esperança Tricolor
#esperancatricolor
Na grande expectativa pelo jogo do próximo sábado contra o Bahia e projetando uma maior aproximação ou mesmo o ingresso no G4, nos deparamos hoje com uma notícia bombástica e assustadora!
Nosso Vice-Presidente de futebol, Dr. Mário Bittencourt, defendeu o América-MG em julgamento realizado ontem no STJD, conseguindo inclusive reduzir a pena imposta ao clube mineiro em 15 (quinze) pontos. Agora, em vez do decréscimo de 21 (vinte e um) na tábua de classificação, o América terá subtraído apenas 6 (seis) pontos, o que o alça da zona de descenso para a décima colocação na Série B.
Estranhamente, no que para muitos se configura num potencial conflito ético, o sr. Bittencourt conjuga a Vice-Presidência de Futebol com a prestação de serviços advocatícios ao clube, função esta inclusive que exerce com eficientes resultados, vide a defesa do Fluminense no neste mesmo STJD, quando o clube figurou como interessado no imbróglio que envolvia a escalação irregular de atletas por parte da Portuguesa e do Flamengo.
A discussão ética reside na flagrante e concomitante relação de ao mesmo tempo em que exerce um importante cargo estatutário e não-remunerado, prestar assessoria jurídica ao clube de modo recompensado. Inclusive, lendo-se o Estatuto, mas especificamente no ítem b) das atribuições de um Vice de Futebol do Fluminense, é responsabilidade do detentor da pasta "gerenciar os contratos, franquias e transações de qualquer natureza comercial concernentes ao futebol do Fluminense". Causa estranheza que o responsável por tais obrigações, possa também receber por eventual rescisão ou qualquer outro ato jurídico decorrente de alguma ação que envolva alguma dessas transações.
Perpassando esse fato, voltemos à questão da defesa do América-MG. Apesar de toda a razão do Fluminense e da justa penalização imputada tanto à Portuguesa de Desportos quanto ao Flamengo, nosso clube sofreu e sofre bastante pelo não-rebaixamento ter sido sacramentado numa via judicial, exatamente no mesmo STJD. Viramos o vilão-mor do futebol brasileiro e a indesejável pecha de time do "Tapetão" continua de modo covarde e leviano sendo disseminada pela imprensa e ressoada por mídias sociais e similares, o que inegavelmente causa sensível desgaste à imagem do clube.
Conjugando tudo isso, o sr. Mário Bittencourt deveria se resguardar e principalmente proteger o clube do qual é dirigente e cremos que torcedor. Se a relação VP x prestador de serviços jurídicos já é constrangedora, imaginem agora, prestando serviços para um clube que disputa o mesmo campeonato que o Fluminense, estando apenas numa divisão diferente? Será que se o Vasco tiver alguma demanda congênere no STJD, contará também com os préstimos do sr. Bittencourt?
Soa inacreditável atestarmos que o nosso Vice-Presidente de Futebol defende uma outra agremiação num caso muito parecido, que tanto deteriorou a imagem do clube. Serve também como combustível para a imprensa, que claramente não se referirá ao causídico como sr. Bittencourt, mas sim como o "advogado do Tapetão do Fluminense".
Uma situação como essa é inaceitável e não poderia ocorrer. Não sabemos se o Presidente do clube tinha conhecimento do fato, mas o mínimo que esperamos é que algo do gênero tenha acontecido pela última vez. O sr. Bittencourt deve cuidar dos interesses do clube cujo mascote é um Cartola e não um Coelho...
Saudações Tricolores a todos,
Danilo Jeolás
Sócio Contribuinte e membro do Esperança Tricolor
#esperancatricolor
26 de setembro de 2014
Futebol brasileiro e a desgovernança corporativa
Na ultima segunda-feira, o Dr. Celso Barros, presidente da Unimed, patrocinadora do Fluminense, confirmou que haverá redução de investimentos a partir da próxima temporada e questionou a postura dos atuais gestores no trato das renovações dos contratos de atletas que se encerram no fim deste ano.
Contudo, é nas entrelinhas da entrevista ao GloboEsporte.com que Dr. Celso transmite a mensagem mais importante: “Eu não sou time, não tenho time. Sou até tricolor por acaso, mas a Unimed não tem um time”. Traduzindo: o investimento acontece porque está de acordo com as estratégias de marketing da cooperativa de saúde. E ele preza pela boa governança e futuro da empresa que preside.
O sistema de Governança Corporativa, segundo o IBGC* “determina como as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre as partes relacionadas. As boas práticas de governança convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando acesso a recursos e contribuindo para a sua longevidade”.
A adoção de práticas orientadas por esse sistema, possivelmente, seja a solução para alguns dos problemas vividos pelos clubes brasileiros, uma vez que a falta de transparência dos clubes e de profissionalismo de seus dirigentes não são fatores que contribuem negativamente apenas o para Fluminense.
Atualmente, cinco dos 20 clubes da Série A não possuem patrocinador master: Bahia, Goiás, Palmeiras, São Paulo e Santos, os três últimos da cidade de maior capacidade financeira do País. Oito são patrocinados por um banco estatal – dentro de uma política de investimentos extremamente questionável – e quatro por dois bancos regionais, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.
Portanto, há de se valorizar o patrocínio da Unimed e, mais do que isso, utilizar o conhecimento de seus gestores e as Boas Práticas empregadas pela cooperativa para a evolução e fortalecimento do Fluminense.
Quinze anos depois de – junto do torcedor e de Parreira – ajudar a nos tirar do CTI, onde chegamos após inúmeros golpes de quem ignorou o "Football" em nosso nome, a Unimed ainda não tem um time. Mas quem sabe um dia ela grite "sou... sou tricolor... sou tricolor de coração..."
#esperancatricolor
Twitter: @ETFLUMINENSE
Contudo, é nas entrelinhas da entrevista ao GloboEsporte.com que Dr. Celso transmite a mensagem mais importante: “Eu não sou time, não tenho time. Sou até tricolor por acaso, mas a Unimed não tem um time”. Traduzindo: o investimento acontece porque está de acordo com as estratégias de marketing da cooperativa de saúde. E ele preza pela boa governança e futuro da empresa que preside.
O sistema de Governança Corporativa, segundo o IBGC* “determina como as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre as partes relacionadas. As boas práticas de governança convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando acesso a recursos e contribuindo para a sua longevidade”.
A adoção de práticas orientadas por esse sistema, possivelmente, seja a solução para alguns dos problemas vividos pelos clubes brasileiros, uma vez que a falta de transparência dos clubes e de profissionalismo de seus dirigentes não são fatores que contribuem negativamente apenas o para Fluminense.
Atualmente, cinco dos 20 clubes da Série A não possuem patrocinador master: Bahia, Goiás, Palmeiras, São Paulo e Santos, os três últimos da cidade de maior capacidade financeira do País. Oito são patrocinados por um banco estatal – dentro de uma política de investimentos extremamente questionável – e quatro por dois bancos regionais, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.
Portanto, há de se valorizar o patrocínio da Unimed e, mais do que isso, utilizar o conhecimento de seus gestores e as Boas Práticas empregadas pela cooperativa para a evolução e fortalecimento do Fluminense.
Quinze anos depois de – junto do torcedor e de Parreira – ajudar a nos tirar do CTI, onde chegamos após inúmeros golpes de quem ignorou o "Football" em nosso nome, a Unimed ainda não tem um time. Mas quem sabe um dia ela grite "sou... sou tricolor... sou tricolor de coração..."
#esperancatricolor
Twitter: @ETFLUMINENSE
23 de setembro de 2014
Como destruir uma reputação
Dr. Mário Bittencourt sempre teve uma atuação brilhante como advogado do Fluminense. Vários jogadores foram absolvidos com argumentações fantásticas feitas por nosso excelente defensor.
Quando o Fred chegou ao Brasil se envolveu em vários problemas com os juízes. Foi expulso, acusado de agredir outros atletas em campo e até confusão com juiz teve na final da Sulamericana de 2009. E sempre foi defendido e teve suas punições abrandadas graças ao trabalho do Dr.Mário.
Ano passado com a confusão entre Flamengo e Portuguesa, curiosamente mal explorada e investigada pela imprensa que preferiu criar o velho jogo de cena mocinho vítima pobrezinho (Portuguesa) x vilão bandido malvado (Fluminense), Dr.Bittencourt apareceu definitivamente no cenário nacional. Fez uma defesa da punição aos dois clubes de maneira incisiva, competente e muito mais preparada que qualquer outro advogado presente.
Resultado disso foi que se por um lado o Fluminense terminou beneficiado e se livrou do rebaixamento com a justa e correta punição aos clubes que cometeram infrações graves, o clube definitivamente teve sua imagem afetada pela participação no processo de maneira tão midiática.
E resultado final disso, Dr.Mário se tornou uma celebridade entre os tricolores. E associado a isso o passo seguinte foi considerar que ele seria o candidato ideal da situação, apoiado pelos grupos políticos que a compõe.
Ato seguido era necessário um outro passo: assumir o futebol. E assim foi feito. Dr.Mário passou a dividir os tribunais com o campo. Se tornou o responsável pelo carro chefe, produto estrela do clube e sua razão de existir.
Mas esse movimento pelo que se diz não deu certo. O advogado brilhante se tornou um VP medíocre, confirmando que medíocre é na média e não ruim. Não conseguiu trazer reforços para as posições carentes a altura das tradições do Fluminense. Não conseguiu renovar contratos. Não conseguiu manter o grupo unido e motivado. Entrou em polêmicas e agora se mete em uma nova com a UNIMED e seu mandatário.
Ou seja, dividimos um excelente advogado e não ganhamos um VP.
Ainda acho que o Dr. Mário é uma boa pessoa e que será um bom candidato. Mas ele precisa atuar aonde é bom. Um goleiro normalmente não atua bem de meio campo. Um camisa 9 não é bom 2. Isso é futebol, vida real, vida de boleiro. E não um livro de leis. Quem não sabe a linguagem da bola, se perde nesse meio. A pensar...
Danilo Fernandes
Sócio contribuinte e membro do ESPERANÇA TRICOLOR
Quando o Fred chegou ao Brasil se envolveu em vários problemas com os juízes. Foi expulso, acusado de agredir outros atletas em campo e até confusão com juiz teve na final da Sulamericana de 2009. E sempre foi defendido e teve suas punições abrandadas graças ao trabalho do Dr.Mário.
Ano passado com a confusão entre Flamengo e Portuguesa, curiosamente mal explorada e investigada pela imprensa que preferiu criar o velho jogo de cena mocinho vítima pobrezinho (Portuguesa) x vilão bandido malvado (Fluminense), Dr.Bittencourt apareceu definitivamente no cenário nacional. Fez uma defesa da punição aos dois clubes de maneira incisiva, competente e muito mais preparada que qualquer outro advogado presente.
Resultado disso foi que se por um lado o Fluminense terminou beneficiado e se livrou do rebaixamento com a justa e correta punição aos clubes que cometeram infrações graves, o clube definitivamente teve sua imagem afetada pela participação no processo de maneira tão midiática.
E resultado final disso, Dr.Mário se tornou uma celebridade entre os tricolores. E associado a isso o passo seguinte foi considerar que ele seria o candidato ideal da situação, apoiado pelos grupos políticos que a compõe.
Ato seguido era necessário um outro passo: assumir o futebol. E assim foi feito. Dr.Mário passou a dividir os tribunais com o campo. Se tornou o responsável pelo carro chefe, produto estrela do clube e sua razão de existir.
Mas esse movimento pelo que se diz não deu certo. O advogado brilhante se tornou um VP medíocre, confirmando que medíocre é na média e não ruim. Não conseguiu trazer reforços para as posições carentes a altura das tradições do Fluminense. Não conseguiu renovar contratos. Não conseguiu manter o grupo unido e motivado. Entrou em polêmicas e agora se mete em uma nova com a UNIMED e seu mandatário.
Ou seja, dividimos um excelente advogado e não ganhamos um VP.
Ainda acho que o Dr. Mário é uma boa pessoa e que será um bom candidato. Mas ele precisa atuar aonde é bom. Um goleiro normalmente não atua bem de meio campo. Um camisa 9 não é bom 2. Isso é futebol, vida real, vida de boleiro. E não um livro de leis. Quem não sabe a linguagem da bola, se perde nesse meio. A pensar...
Danilo Fernandes
Sócio contribuinte e membro do ESPERANÇA TRICOLOR
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