11 de dezembro de 2014

Que semana!

Estimados amigos tricolores,  

Ainda não conseguimos definir o sentimento que fica sobre essa semana. Domingo vimos um ciclo vitorioso terminar de maneira amarga. O time base dos títulos de 2010 e 2012 se despediu do Brasileirão 2014 com uma derrota insossa e tendo a vantagem de entrar nas oitavas da Copa do Brasil como prêmio de consolação. Esse time deixa a sensação de que podia mais, bem mais. 

Nos questionamos sobre a montanha russa que vivemos: um ano glórias e em outro decepção e emoções fortes. As declarações dos jogadores, sem emoção ou sentimento de gratidão para com o clube e sua torcida, ilustram bem o cenário.

O grupo diz que 2012 foi o ano da tranquilidade com paz fora das 4 linhas, vestiário serenado e clube unido. E aí fica a dúvida: porque não se repetiu a fórmula em 2013 e 2014? Porque, assim como o Cruzeiro, não tivemos uma sequência de títulos já que o elenco foi mantido? Esse ano ainda recebemos três jogadores acima da média nacional, baixa diga-se de passagem, Conca, Cícero e Walter. E porque domingo não celebramos o hexa, com título em 2012, 2013 e 2014? O bi da Libertadores, um título mundial? Podemos ficar o dia inteiro discutindo as razões mas melhor resumir: vaidades pessoais, interesses difusos, indisciplina, falta de liderança, individualidades acima do bem coletivo e muito, muito ruído interno e fogo amigo. 

Seguindo a semana, na segunda-feira, coincidentemente o dia em que completou 1 ano do nosso rebaixamento de 2013, nosso grupo fez sua primeira reunião aberta. Nessa reunião lançamos nosso pré candidato, André Horta, e apresentamos nosso planejamento. Explicando já que alguns confundiram, repetimos: lançamos um pré-candidato. Fica claro o que isso significa.

Sem entrar em detalhes, nossa principal mensagem foi que o Fluminense precisa antes que nada de uma Oposição forte e unida. Sem vaidades e sem interesses pessoais ou que estejam acima do bem maior: o clube que amamos. Nosso grupo terá a política de unir os poderes de maneira transparente e clara sem privilegiar qualquer outro tema que não seja ter no futuro um Fluminense organizado e estável, sem a montanha russa com que temos vivido. Queremos do nosso lado pessoas éticas, honestas e que se preocupem com o melhor para o Fluminense. Resumimos nosso projeto em 3 lemas muito fortes: 

·         Trabalho sério e inovador

·         Respeito ao Fluminense e a sua história

·         Lealdade e transparência

Finalizando a semana, ontem se confirmou o que vem sendo dito nos bastidores faz muito tempo: o fim da parceria com a UNIMED. Aqui voltamos ao tipo de sentimento confuso. Vimos algumas pessoas comemorando já que consideram uma vitória pessoal sobre o “centralizador e vaidoso Celso Barros”, visão deles, não nossa. O que não conseguimos entender é como se pode criticar o maior e um dos mais longos patrocínios que um clube de futebol teve no Brasil. Claro que como toda relação houve percalços e dificuldades ao longo do processo, mas os benefícios foram muito mais altos do que as perdas. Infelizmente o clube não conseguiu aproveitar esse período para se organizar e crescer, se preparando para caminhar com pernas próprias. E fato assustador ontem. Clube perdeu cerca de 1000 sócios essa semana. Complicado...

Saudações Tricolores!

Esperança Tricolor

4 de dezembro de 2014

O Fluminense é um clube sem comando

Estimados tricolores,

Após a boa vitória sobre o Corinthians , entramos em crise com as críticas do atacante Fred à diretoria, imprensa e parte da torcida. 

Fred precisa resolver suas questões pessoais com o presidente do clube e não expondo a situação para torcida, imprensa e rivais. 

Fred não tem que se preocupar com protestos e nem com contrato alheio, pois não são assuntos para ele como empregado do clube resolver. Sua função como funcionário (muito bem remunerado) é a de decidir jogos. 
 
Mas a culpa maior nisso tudo é do presidente do clube, que é omisso, não entende de futebol e não frequenta as Laranjeiras. Só comparece para rasgar o estatuto, quando coloca como VP de Futebol um diretor executivo remunerado, ferindo a ética e o estatuto do clube. VP de futebol que é um bom advogado mas nada sabe do mundo da bola e nem como se controla um vestiário. VP de futebol que contrata jogador lesionado e empurra o fracasso para o presidente. 
 
Amigos, quem ocupa um cargo desse gabarito, tem que ser do ramo, tem que se impor! Ler "O Pequeno Príncipe", não dá bagagem à ninguém para estar no comando do futebol.
 
A pasta mais importante do clube precisa estar em boas mãos. 
 
Escândalo de jogador, campanhas fracassadas e falta de títulos têm que ficar em 2014.
2015 tem que ser vitorioso. 

E azul, só se for o modelo novo de short, pois as contas que não são.

ST
 
André Horta
Sócio proprietário e membro fundador do Esperança Tricolor.

19 de novembro de 2014

Rumo à América

Esperançosos Tricolores,

      Faltando quatro rodadas para o final do Campeonato Brasileiro, o Fluminense continua vivo na luta pelo sonho de volta à Taça Libertadores da América. O confronto de amanhã coloca o clube diante da Chapecoense, que ingressou na temida Zona de Rebaixamento exatamente na última rodada, tendo inclusive demitido o treinador Jorginho e mais um punhado de atletas.
      No último jogo, mesmo sem grande primor técnico, o time conseguiu arrancar a vitória num clássico, algo muito pouco comum na atual gestão. A vitória manteve o Fluminense na briga, ainda que os resultados dos principais concorrentes não tenha ajudado. Mas a disputa pela América é jogo a jogo e o grupamento dos sete primeiros colocados vivenciará alguns confrontos diretos nesta reta final, configurando autênticos matamatas.
       A presença da torcida é fundamental e mais importante ainda é incentivar a cada lance, já que neste momento do campeonato não existe confronto fácil e times moribundos costumam se agigantar, muitas vezes num último sopro de força. Estaremos desfalcados de Wagner, talvez o jogador mais regular do ano, mas existe  a convicção de que Cícero, sabidamente um grande jogador, o substituirá sem perda de qualidade.
       Ainda que seja crucial não ocorrer nenhum desvio de foco, nos causa grande apreensão o universo de informações desencontradas sobre a pré-temporada na Florida-EUA, principalmente no aspecto financeiro. Aparentemente não haveria nenhum ônus para os combalidos cofres do clube, mas pelo que tem sido ventilado mais recentemente os tais subsídios de hospedagem não existem. Sabemos que a exposição da marca é algo extremamente positivo, ainda mais numa ótica internacional, mas deve se discutir até que ponto é válido sacrificar um procedimento usual de pré-temporada, sem uma contrapartida efetivamente atrativa e principalmente se o Fluminense estiver na primeira fase da Libertadores, etapa conhecida no Brasil como "pré-Libertadores".
       O Grupo Esperança Tricolor reitera sua confiança no grupo, que já se superou em várias outras oportunidades. Cabe à diretoria manter-se vigilante, não só nos jogos do clube, como nas escalas e direcionamentos desse período final. O Corinthians, por exemplo, enfrentará o Goiás em Belém-PA, o que o transforma de visitante para um quase mandante. É imperioso estar olhando tudo ao redor, pois acreditamos que a direção do clube entende o quão importante será voltar à competição mais importante do continente.
       Saudações Tricolores,
   
    Danilo Jeolás
       Sócio Contribuinte e membro do Esperança Tricolor

6 de novembro de 2014

Reunião aberta - Esperança Tricolor

 
Amigos, é com grande prazer que o grupo ESPERANÇA TRICOLOR convida a todos os sócios do Fluminense Football Club para participarem da 1ª Reunião Aberta do grupo, onde apresentaremos nosso projeto e ideias, visando um futuro melhor para o nosso clube.
 
 

3 de novembro de 2014

Rumo à América

Esperançosos Tricolores,

      Sabidamente torcemos para um clube que gosta de contrariar previsões, demitir matemáticos e dar rasteiras na lógica. Numa sequência muito boa, o Fluminense emplacou quatro vitórias seguidas e migrou do limbo da "antiga" Zona da Sulamericana para o G4 e consequentemente tornou-se candidato real à uma vaga na próxima Taça Libertadores da América. Méritos ao grupo de jogadores, que já provou ser bom em outras oportunidades, ao treinador por ter deixado a teimosia de lado e à direção, já que aparentemente os recorrentes e nocivos problemas de atrasos salariais ou de premiações estão por ora, contornados.

      O próximo jogo é crucial e com um grande viés de dificuldade. O Fluminense viajará ao Paraná, para enfrentar um Coritiba na Zona de Descenso, mas que vem de um empate bastante discutível com o Corinthians no Itaquerão, quando teve um terceiro gol que definiria o jogo equivocadamente anulado. Nossos adversários diretos também não terão facilidades, já que a rodada contempla um Gre-Nal, enquanto São Paulo e Atlético-MG jogarão fora de seus domínios contra um desesperado Vitória e um Palmeiras em clara evolução. Por fim, voltando ao Corinthians, o clube paulistano fará um clássico contra o Santos, evidentemente um jogo sem favoritos

      Se o título está bem longe, ainda que lutemos até o final e temos ainda um confronto direto contra o Cruzeiro, a vaga na maior competição das Américas é algo bem plausível. Além do Coritiba, enfrentaremos na continuação Chapecoense e Botafogo, ambos no Maracanã. Mas cabe lembrar que essa mesma sequência no turno poderia ter nos dado enormes chances de um pentacampeonato, caso não tivéssemos vivido uma crise por conta de falta de pagamentos, que desembocou inclusive nas lamentáveis eliminações nas Copas do Brasil e Sulamericana. Esperamos que a diretoria tenha aprendido a lição e que nesse final de temporada não tenhamos novamente promessas descumpridas, vazamento de negociações e que os jogadores ao menos, se sintam blindados.

      Nestas últimas seis rodadas, sabidamente o campeonato não se restringirá ao que ocorre dentro das quatro linhas. Disputar a Libertadores é mais do que fundamental para qualquer clube brasileiro, com possibilidade de alavancagem das receitas e exposição da marca em nível internacional, além de ser passaporte para o Mundial de Clubes. A Diretoria tem que estar 100% atenta para as escalas de arbitragem, principalmente nos jogos dos nossos adversários diretos. E atuar diretamente, sempre que sentir que o Fluminense e sua apaixonada torcida podem ser prejudicados.

      O Grupo Esperança Tricolor está na torcida pela volta à América e sabe que esse grupo de jogadores desafia o imponderável. Portanto, cabe a diretoria não deixar nada desandar. Cavalieri, Fred, Conca, Wagner e companhia se encarregam do resto.

Danilo Jeolás
Sócio Contribuinte e membro do Esperança Tricolor