17 de outubro de 2016

FLUMINENSE UNIDO E FORTE

Estimados,

O Esperança Tricolor desde que surgiu buscou se posicionar como um grupo propositivo e que se oferecia como um elemento de oxigenação do clube. Um grupo formado por pessoas sem o menor interesse pessoal, sem vaidades e que não visam se locupletar financeiramente através das receitas e negócios inerentes ao dia a dia num clube gigante como o nosso, muito menos exercer cargos por exercer sem ter a competência necessária. 

Fomos os primeiros a lançar um pré candidato, André Horta, pessoa de currículo ilibado, com o Fluminense no DNA e que sempre se dedicou ao futebol. Em conjunto com o lançamento da pré candidatura apresentamos nosso planejamento. Preparamos um material extenso, profissional e detalhado e mais do que isso: não o consideramos nossa propriedade mas sim do Fluminense e por isso o tornamos público em nossas mídias e o disponibilizamos no YouTube. E hoje nos dá prazer ver que alguns candidatos não apoiados por nós, usaram nossas idéias em "seus projetos". 

Ao longo do caminho nosso grupo cresceu, amadureceu, se reuniu com vários grupos, já que não acreditamos numa oposição dividida. A divisão só favorece ao grupo da atual gestão e entendemos que o clube vive um momento muito crítico aonde precisa de união de forças.

Nosso grupo decidiu se unir ao MR21 no apoio ao Pedro Trengrouse, pessoa do bem, de caráter e profundo conhecedor de gestão esportiva. Nos orgulhamos de em tão pouco tempo de existência termos caminhado ao lado de pessoas como o André e o Pedro que temos certeza absoluta têm muito a contribuir com o clube. Infelizmente o Pedro não pôde seguir na caminhada como o candidato oficial e num gesto de muita grandeza decidiu seguir no grupo de apoio suportando uma nova candidatura: Cacá Cardoso e Diogo Bueno.

E o Esperança mantendo sua coerência de estar ao lado de pessoas competentes, honestas, educadas e que visem única e exclusivamente construir o Fluminense do futuro, decidiu se unir aos grupos de apoio a essa candidatura. Uma candidatura humilde, baseada em propostas e que se preocupa com o Fluminense.

Temos certeza de que cada vez mais tricolores se unirão em torno dessa idéia. Aqui não há estrelas e sim um grupo de pessoas unidas para profissionalizar o Fluminense. Pessoas que entendem de gestão, que sabem a importância da governança corporativa nos atuais modelos de profissionalização do futebol, que respeitam as tradições do clube e que valorizam os esportes olímpicos. 

Planejar e ter projeto é muito fácil. Pode até copiar. Mas saber como implementar e ter a inteligência e vontade política de atuar, faz a diferença. Nós apoiamos quem pensa, sabe executar e faz. Sem falsas promessas e devaneios. Por um Fluminense moderno, forte e de sucesso vamos juntos nessa campanha. Cacá e Diogo!

19 de setembro de 2016

(DES)Organização

Organização. Imaginem se, mesmo jogando dinheiro fora como jogou na montagem do atual elenco, o Fluminense de 2016 fosse organizado. Se tivéssemos um VP de Futebol comprometido e 100% dedicado ao clube (alguém aqui já viu alguma entrevista dele? A torcida sabe seu nome?). Se nosso diretor de futebol fosse um profissional de pulso e presença.

Imaginem se ao saber desde 2009 que o Brasil seria sede das Olimpíadas, o Fluminense tivesse se planejado e resolvido como ter um estádio em 2016, fosse reformando Laranjeiras ou adaptando Edson Passos. Ou quem sabe aproveitando os investimentos da Copa 2014 tivesse conseguido entrar nos incentivos e feito um estádio para 30 mil pessoas...

Imaginem se tivesse tido tino comercial e se antecipasse a um evidente rompimento com a Unimed e já negociasse patrocínio master com empresas sólidas. Se tivesse encontrado um fornecedor de material igualmente sólido e confiável.

Se desse ao elenco tranquilidade para trabalhar e investisse uma parte do que gastou com jogadores fracos para terminar o CT. Imaginem esse clube organizado, bem administrado, sem se preocupar com factoides e ações marketeiras para iludir o torcedor.

Talvez hoje quem estivesse sentindo cheirinho de título fossemos nós. Se faltando tudo acima estamos em sexto, imaginem organizados e com um treinador motivado e mantendo o Fred no elenco, já que o mesmo saiu como consequência da bagunça generalizada e falta de comando. A bola pune e às vezes entra apesar de tudo. Sigamos torcendo. Primeiro pelos 46 pontos, algo com o que nós torcedores de um gigante não deveríamos nos preocupar. E depois vemos o que mais esse time irregular e desgovernado nos pode trazer. No meio de semana temos Copa do Brasil. Torceremos pela classificação. Apesar da bagunça chamada gestão Flusócio.

16 de setembro de 2016

A cara da incompetência

A entrevista do treinador Levir Culpi ilustrou bem o que é essa gestão Flusócio. Uma entrevista arrogante e desinteressada. Que demonstrou como o clube está desgovernado, sem liderança, aonde seus sócios e torcedores são maltratados e desrespeitados e em que pensar em um simples pedido de desculpas é algo impossível. Tivemos mais uma vez o desgosto de assistir ao atacante de 24 milhões de reais, contratado para substituir um ídolo que custaria 25 milhões, desfilar seu péssimo futebol em campo, apagado e sem nenhum brilhantismo, um perfeito símbolo do selo de qualidade Flusócio, que conseguiu comprometer mais de 100 milhões do orçamento com um elenco fraco e desequilibrado.

Temos hoje um futebol comandado por um VP tampão que simplesmente atendeu a um apelo pessoal e não tem o menor comprometimento com o clube e seu futebol. Temos um diretor insosso e que de igual maneira parece deixar claro que quer receber seu salário no fim do mês e nada mais. Um treinador desmotivado, sem saco e que parece, assim como o presidente Peter, contar os dias para acabar o ano e se livrar desse fardo, para eles é um fardo, que é comandar o futebol de um clube gigante como o Fluminense.

Uma das lideranças da Flusócio disse que fundaram um novo Fluminense em 2011. Verdade. Fundaram mesmo. Um Fluminense sem alma, sem sangue, sem interesse e desorganizado. Pedir desculpas passa obrigatoriamente por admitir o erro. E isso é algo que uma gestão que se julga redentora e salvadora, acima do bem e do mal, jamais conseguirá fazer.

O ápice dessa gestão, desse grupo anti-tricolor, foi seu candidato a presidente declarar que não pedirá licença do trabalho em caso de ser eleito. Sensacional. Ele realmente acredita que pode gerir um clube de futebol do tamanho e da importância do Fluminense em suas horas livres. Talvez de 19 às 20. Para que dedicação exclusiva? Para que atenção aos detalhes, comprometimento, interação e gestão cuidadosa?

Mas esse é o perfil Flusócio. Um grupo que se julga acima do Fluminense e de seus torcedores e que não entende, simplesmente não entende, a grandeza do que cuida. Um grupo que encerra seu ciclo sem que o clube tenha patrocinador, sem ídolo, sem time, com um péssimo fornecedor de material esportivo e que se contenta com o G15.

Devolvam o nosso Fluminense!

Grupo Esperança Tricolor

7 de setembro de 2016

Derrotas e mais derrotas

O futebol é o retrato da gestão do presidente indicado, apoiado e representante da Flusócio, Peter Siemsen. O que vemos esse ano com a saída da UNIMED é um elenco desmotivado, jogado as traças, sem liderança, que em campo não fala, não se apóia e não tem coordenação. Um treinador omisso, perdido e sem energia, que se limita a piadas atrás de piadas. Um diretor, Jorge Macedo, que não fala, não dá a cara a tapa e que montou um dos piores elencos da nossa história.

O maior exemplo da fraqueza desse elenco se chama Henrique "Ceifador". A gestão Peter/Flusócio conseguiu perder o maior ídolo da geração 2000, no meio do campeonato, para um rival direto que há pouco tempo nos chamava de desonestos, e trouxe para o seu lugar um centroavante que custa o mesmo no total de seu contrato e luvas e que consegue ser barrado pelo fraquíssimo Samuel e por um veterano de 40 anos.

Enquanto isso temos de VP de Futebol um amigo do presidente que assim como seu diretor e seu presidente não aparece, transparecendo que tem outras prioridades e que somente ocupa o cargo para que o mesmo não fique desocupado.

Essa é a famosa gestão sem sal, sem sangue, insossa que não entende o que é o Fluminense e que insiste em brincar com sua história e com o perigo. Faltam alguns pontos para não cair. Talvez eles não saibam. Parabéns a Flusócio. Assumiu com um time campeão brasileiro e entregará uma baba lutando pelo G15. E não venham dizer que não tem nada com o futebol. Vocês lutaram pela saída da Unimed e vocês manipulam tudo no clube. Quando vocês querem, como por exemplo na vergonhosa sessão do CDel em 2014/15 para aprovar orçamento, vocês aparecem...

Mostrem que são tricolores de verdade e sumam do Fluminense. Nosso clube não aguenta mais 3 anos de vocês no comando.

5 de setembro de 2016

A situação e suas idiossincrasias

Ato 1. Faz algum tempo houve um show no Maracanã de uma famosa banda. Nessa época o Flu acabava de assinar seu contrato de 35 anos de uso do estádio e com isso ganhava o direito a um camarote. Uma selfie é postada nas redes sociais. Nessa selfie posam sorridentes pessoas ligadas a atual gestão. Até aí nada demais. Show, selfie, Maracanã, pessoas felizes. Só que essa alegria ocorria dentro do camarote destinado ao clube. Qual o erro? Aquele espaço foi destinado ao clube e não a gestão e seus amigos. O clube poderia ter feito um sorteio entre associados, torcedores ou até mesmo convidado autoridades do esporte ou ídolos do clube. A finalidade daquele palco vip não é oferecer conforto a amigos.

Ato 2. Fluminense x Figueirense. Flu recebe em seu camarote o governador do Rio de Janeiro. Fotos são tiradas e na mais emblemática vemos o candidato da Flusócio com pessoas que possivelmente serão seus diretores, posando junto ao governador e ao nosso atual presidente. E essa foto é postada nas redes oficiais do clube. Campanha? Propaganda oficial? Uso da máquina? Cada um tire suas conclusões.

Ato 3. 2014/2015. Reunião do Conselho Deliberativo para discutir orçamento. Reunião cercada de tensões e debates nas redes sociais.  Galeria cheia. Conselho lotado. Lista imensa de conselheiros, quase todos de Oposição, para discursar. O que se esperava? Silêncio. Atenção. Respeito às opiniões. O que vimos? O Presidente como uma prima donna circulando pelos salões e batendo papo. Rindo, falando alto. Seus VPs idem. Os conselheiros da situação rindo, dormindo, ignorando os oradores.  A mesa no twitter, tirando fotos, distribuindo risadas. Respeito? Pra que? Quem está falando não é do seu grupo.

Esse é o perfil da atual gestão. Se acham donos do clube. Acreditam fielmente como membros de uma seita, que são os Salvadores (com maiúscula). Melhor. Acreditam que criaram um novo Fluminense, que mataram aquele clube pioneiro fundado em 1902 e que em 2011 inventaram algo melhor.

O que eles querem? Um clube afastado de seus sócios e torcedores, que sirva aos prazeres dos seus e aonde democracia signifique seguir tudo que um pequeno grupo, alguns da famosa selfie do show, decida. Um clube sem Conselho, cheio de vaquinhas de presépio que se dediquem a aplaudir e aprovar qualquer idéia que seus líderes, os "Iluminados", os "Escolhidos", decidam que é boa. Pessoas que não tenham senso crítico, não tenham opinião e que funcionem como robôs executando o que lhes é ordenado.

Ato 4. Gol do Magno Alves. Símbolo dessa gestão. Precisamos de um jogador de mais de 40 anos para ganhar em casa do Figueirense, um dos piores times desse campeonato. Algo está mal. Vibramos com a vitória porque somos torcedores daquele Fluminense de 1902-2010. O Fluminense histórico, fidalgo, que tinha dentre seus diretores pessoas que contribuíam ao clube. Pessoas que ajudavam a construir estádio, doavam avião para guerra, compravam uniformes. Pessoas que geriam o clube por amor e não o consideravam propriedade do seu grupo. Pessoas que não usavam o camarote do clube para seu deleite pessoal e nem se julgavam acima do bem e do mal, Deuses tricolores.

Que cheguem logo os 46 pontos. E que com eles venha novembro. Nosso Fluminense não aguenta mais 3 anos dessa gente. Torcemos pra um clube eterno. E assim ele deve seguir. Resgatemos as tradições, tenhamos no clube pessoas humildes, sinceras, retas, capazes de discordar, debater, discutir idéias e das discordâncias evoluir, que entendam que o Flu está acima das vaidades, egos e interesses pessoais. Por um clube com menos selfies e mais trabalho. Não temos patrocinador master e caminham para o rompimento com o fornecedor de material esportivo. Enquanto isso, selfies...