27 de setembro de 2017

Propondo soluções

Esperançosos tricolores,

Estamos em um momento complicado na atual temporada. O desempenho da equipe no Campeonato Brasileiro está muito longe do que esperamos para um clube do porte do Fluminense. Entendemos que o momento não é para apenas criticar, mas sim de apresentar propostas de melhoria.

Além da reunião do CDel, cujo tema central foi a aprovação do terceiro uniforme, o Esperança Tricolor esteve presente em reunião com a Diretoria  executiva do clube para apresentar alguns dos nossos projetos para o Fluminense.

Entre eles, um plano de comunicação organizacional integrada e plano de desenvolvimento de inteligência do futebol.

O primeiro prevê a integração das áreas de marketing e comunicação do clube, desenvolvimento do novo aplicativo oficial, estímulo ao engajamento da torcida e inteligência coletiva, gestão de crises e políticas de relação com investidores, além do desenvolvimento da comunicação interna e da transformação da cultura organizacional.

O segundo, o desenvolvimento do setor de inteligência do futebol, no qual o Fluminense estabelece banco de dados atualizados sobre todos os seus jogadores do profissional e da base. Através de softwares, o clube terá uma série de informações e análises sobre o desempenho de atletas nos jogos e nos treinos, o que suportaria decisões da comissão técnica e desenvolvimento técnico dos atletas.

Parabenizamos a gestão do clube pela iniciativa de estabelecer um novo canal de comunicação com quem está disposto a trazer ideias que possam ajudar o clube. O Esperança Tricolor defende o estímulo à contribuição intelectual da torcida e a uma gestão transparente e eficiente.

Nosso grupo como sempre segue seu trabalho sério e honesto, sem vaidades ou interesses pessoais. Como qualquer tricolor, estamos preocupados com o atual momento do futebol, temos cobrado internamente avanços nessa área e exatamente por isso apresentamos sugestões para que o clube melhore. Continuaremos apoiando o trabalho de reformulação do clube que atualmente tem implementado a profissionalização de seus setores, focando em um planejamento inteligente e detalhado.

Esperança Tricolor

28 de junho de 2017

Nota Oficial - Esperança Tricolor

O Grupo Esperança Tricolor, parte integrante da base de apoio ao Presidente Pedro Abad, vem a público manifestar apoio à decisão de desligar o Vice-Presidente de Projetos Especiais, Sr Pedro Antônio.

Não apoiamos a decisão por sermos parte da base de sustentação da gestão, mas por entender que em uma estrutura organizacional, quer seja em uma empresa, quer seja em um clube, há que se respeitar a instituição, a hierarquia, as determinações e as funções delegadas.

Infelizmente, como pudemos ver nos últimos dias, algumas destas questões não foram respeitadas pelo então Vice-Presidente. Mesmo que tenha tido a melhor das intenções, palavras duras contra a diretoria, entrevistas colocando a gestão em xeque, publicação de assuntos que foram definidos como sigilosos e/ou confidenciais, expuseram de forma desnecessária o presidente do clube e todo o conselho diretor.

Todos nós queremos um estádio para o Fluminense, temos certeza que todos os esforços necessários serão demandados nessa empreitada, assim como entendemos que não é de forma personalista que as decisões devem ser tomadas. Não é deixando de ouvir ou aceitar críticas e sugestões que um projeto andará mais rápido ou atenderá os ensejos do Club e da torcida.

O regime do Fluminense é presidencialista, não cabe a nenhum dos Vice-Presidentes se colocarem acima das decisões do presidente. Além disso, o Conselho Diretor existe para que todas as decisões sejam discutidas e ponderadas.

Ressaltamos ainda nosso total apoio a todas as reformulações que já estão sendo implementadas, oriundas do relatório da auditoria da ERNST & YOUNG conduzido pelo vice-presidente Sandor Hagen. Relatório este, totalmente alinhado ao ótimo trabalho feito pelo departamento financeiro, na pessoa do vice-presidente Diogo Bueno.

Há muito o que se fazer para colocar o clube nos trilhos novamente e seguiremos pensando em um Fluminense grande, como sempre foi, ambicionando o melhor sem deixar que oportunidades ímpares escapem pelos nossos dedos, nem que ninguém se coloque acima do clube.

Saudações Tricolores

Grupo Esperança Tricolor

24 de março de 2017

Como é bom se tricolor

Saudações Tricolores!

Que jogo vimos ontem no nosso Salão de Festas, hein?!

É verdade que começamos mal demais, sendo dominados pelo bom time do Botafogo. Tivemos falhas grotescas de posicionamento defensivo no primeiro tempo, resultado de atuações abaixo da crítica dos nossos volantes e zagueiros, principalmente Luiz Fernando e Renato Chaves.
O segundo teve tempo de se recuperar no segundo tempo, já o primeiro foi substituído pelo bom jogador, Wendel.
Em que pese a má atuação do Luiz Fernando, vamos com calma. Mesma calma que temos que ter com o Nogueira, que falhou no jogo passado, mas tem um potencial enorme para assumir uma vaga na defesa titular.

Se no primeiro tempo só tivemos lamentos, inclusive tomando dois gols de Roger, no segundo veio a redenção. Jogamos como Fluminense, e como está sendo bom falar isso! A molecada de Xerém partiu pra cima do Botafogo e o que se viu foi um espetáculo coletivo.

Wendel acertou a volância junto com Douglas, Wellington destruiu a zaga pela direita do ataque, Leo fez mais um bom jogo no ataque, Pedro deu mais presença na frente, matando as bolas que não chegaram ao Dourado no primeiro tempo.

Juntaram-se a eles o talento de Sornoza pelo meio (como joga!), Renato, que fez outro bom jogo, e principalmente Richarlison.

Richarlison merece um parágrafo só dele, porque o que ele fez no Engenhão ontem foi brincadeira. Assumiu a responsabilidade para cobrar o pênalti, fez o segundo num tiro que contou com a mão de alface do goleiro alvinegro e complementou a noite numa jogadaça pela esquerda, girando em cima do marcador e rolando açucarada para o gol redentor de Renato Chaves!

A marcação ajustada no segundo tempo mostrou uma fragilidade no time adversário que ainda não tínhamos visto este ano. Camilo e Montillo foram completamente anulados, isso bastou para que o Botafogo fosse reduzido às jogadas de bola parada.

E o que falar de Abel Braga, senhores? Quando ele gritou à beira do campo "Esse é o meu time!" duvido que tenha tido algum tricolor que não concordou e disse "Nosso time, Abel! Nosso!".
Acertou o time no vestiário com duas mudanças cirúrgicas e chamou os jogadores às falas "tem que se beliscar e ver se tem sangue nas veias".

Enfim, mais um jogo sensacional desse time que se não é "fantástico", ao menos honra as nossas cores e isso não é pouca coisa!

Daniel Anunciação
Sócio Contribuinte e membro do Esperança Tricolor

30 de janeiro de 2017

Um bom começo

 Começar um campeonato ganhando é realmente muito bom. E fizemos isso duas vezes nos últimos dias, na Primeira Liga e no Carioca.
Contra o Criciuma a atuação do time foi boa, mas faltava aquela sensação de que "vai dar"... aquele gostinho de "agora vai"... aquela sensação de "vamos vencer, Nenseeee"! E isso veio ontem! Um estrondoso 3x0 em cima do outro time...

Claro que é cedo pra avaliar como se comportará o elenco, mas vamos aproveitar as vitórias, né?! Foram tão poucas ano passado que nós, torcida, fomos meio que nos afastando...
Demos espaço apenas para nosso lado racional, político, pragmático...

Depois de duas vitórias temos o direito de deixar aflorar o nosso lado torcedor! E como isso é bom!
Curtimos posts de quem quase não curtimos, retuitamos quem raramente concordamos... é o famoso "abraçar desconhecidos no estádio", só que no modo online.

Tem muita coisa pra melhorar? Tem. Mas "bora" curtir um pouco porque estávamos com saudades!

Daniel Anunciação
Sócio Contribuinte e Membro do Esperança Tricolor

10 de janeiro de 2017

A profissionalização do Fluminense

Por muitos anos se tem falado em profissionalização no futebol brasileiro. Por anos e anos a fio tivemos e ainda temos diretorias totalmente amadoras em termos de gestão dos clubes.

Durante bastante tempo isso foi suficiente para que nosso futebol fosse extremamente vencedor em termos esportivos, mas sempre pairou sobre nossas cabeças a desconfiança sobre a destinação dos recursos, que se já foram escassos, hoje são consideravelmente grandes.

Para termos uma ideia, no ano passado, após alguma concorrência séria, o canal de TV detentor dos direitos de quase todos os clubes na TV aberta e de todos na TV fechada e demais mídias, ofereceu R$ 1,1 bilhão de reais aos clubes, isso é 0,5% aproximadamente do PIB da cidade do Rio de Janeiro.
Estamos falando de valores impensáveis para amadores... A quantidade de zeros assusta qualquer pessoa que nunca foi responsável por analisar a contabilidade de uma grande empresa. E essa é a morada de um dos problemas. Por vezes dirigentes mal preparados, ao verem essa quantidade absurda de zeros, julgaram serem infinitos esses recursos, ou algo perto disso.

Se você não é muito novo, é capaz de se lembrar de um dirigente da dissidência que falou em alto e bom som para quem quisesse ouvir, em uma coletiva:
- Acabou o dinheiro! Não tem mais dinheiro.

Como isso acontece em um clube notadamente auxiliado pelo canal de tv supracitado? Má gestão, obviamente.

E se isso pode acontecer com eles, é muito mais provável que aconteça conosco.

Então a gestão dos clubes de futebol tem estado em foco. Lá fora isso é praxe, aqui ainda é inovação.
Os clubes com menores receitas precisam se profissionalizar o quanto antes, a margem de erro é muito pequena para se manter competitivo.

É aí que aparece o nosso Fluminense. Um clube tão maltratado pelas últimas gestões que nesse momento de negociações se vê numa posição desconfortável. Primeiro precisa reduzir suas despesas para depois investir.

Só que o mercado é dinâmico, ele não espera... A torcida está ávida por novidades.

Como se comporta o clube que não pode errar?

O clube que não pode errar, entre outras coisas, não pode:

- apostar em jogador machucado, mesmo sendo ídolo (pelo menos até outro dia era);
- contratar um atacante antes de negociar o que já está no elenco;
- aceitar qualquer oferta de fornecedor sem antes estudar bastante o mercado e as possibilidades;
- oferecer para uma promessa salário de jogador já testado e aprovado;
- prescindir do engajamento de sua torcida;
- mostrar sinais de fraqueza no mercado.

Todas essas análises devem ser discutidas por um comitê gestor, como nas grandes empresas acostumadas com grandes orçamentos.

O caminho para o Fluminense é mais penoso, o cobertor é curto, mas o benefício de um acerto agora é a ruptura com o velho modelo, com as falácias, com os pensamentos mágicos, com os orçamentos de faz de conta... e é o compromisso com o Fluminense de agora, de amanhã e de sempre.

Você pode fazer parte disso.

Uma torcida engajada pode elevar em quase 50% o orçamento do Fluminense.
Uma torcida engajada atrai potenciais fornecedores, patrocinadores e parceiros.
O Fluminense precisa tanto da Torcida quanto da gestão profissional, juntos seguiremos em condições de competir e disputar títulos.

Vem com a gente.

Daniel Anunciação
Sócio Contribuinte e Membro do Esperança Tricolor